IPC-S: Inflação avança em cinco das sete capitais pesquisadas pelo IBRE
Economia
04 Outubro 2017

IPC-S: Inflação avança em cinco das sete capitais pesquisadas pelo IBRE

Salvador, Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo registraram acréscimo em suas taxas de variação. Belo Horizonte, por sua vez, não apresentou variação e Porto Alegre foi a única das capitais pesquisadas a variar negativamente.

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), de 30 de setembro, apresentou variação de -0,02%, 0,05 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 2,31%, no ano e, 3,17%, nos últimos 12 meses. Das sete capitais pesquisadas, cinco delas registraram acréscimo em suas taxas de variação: Salvador, Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Belo Horizonte, por sua vez, não apresentou variação e Porto Alegre foi a única das capitais pesquisadas a variar negativamente.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Alimentação (-0,72% para -0,48%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -10,65% para -7,31%.

Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (0,29% para 0,50%), Vestuário (0,26% para 0,64%), Despesas Diversas (0,12% para 0,35%) e Comunicação (-0,05% para -0,02%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: salas de espetáculo (-0,57% para -0,42%), roupas (0,34% para 0,93%), cigarros (0,37% para 0,72%) e tarifa de telefone residencial (-0,13% para -0,03%), respectivamente. 

Em contrapartida, os grupos: Habitação (-0,27% para -0,40%), Transportes (0,58% para 0,50%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,30% para 0,27%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-2,03% para -3,31%), tarifa de ônibus urbano (-0,44% para -1,21%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,19% para -0,52%), respectivamente. 

O estudo completo está disponível no site.