Com queda na margem, produtividade do trabalho começa a se aproximar da trajetória anterior à pandemia

Os eventos associados à pandemia da Covid-19 tiveram impactos negativos sobre a atividade econômica e o mercado de trabalho e elevaram de forma extraordinária o nível de incerteza em relação à dinâmica dos indicadores de produtividade, especialmente no Brasil.

Economia
30/09/2021
Fernando Veloso
Silvia Matos
Fernando de Holanda Barbosa Filho
Paulo Peruchetti

A recuperação do mercado de trabalho tem ocorrido por meio de ocupações informais e pela volta dos trabalhadores menos escolarizados. Isto contribui para que ocorra uma volta ao padrão de baixo crescimento da produtividade observado no período anterior à pandemia. 

Os eventos associados à pandemia da Covid-19 tiveram impactos negativos sobre a atividade econômica e o mercado de trabalho e elevaram de forma extraordinária o nível de incerteza em relação à dinâmica dos indicadores de produtividade, especialmente no Brasil.

Nas últimas semanas foram divulgados dados de produtividade do trabalho para economias avançadas, como os Estados Unidos e Reino Unido. Nos Estados Unidos foi verificada uma elevação tanto da produtividade agregada quanto do setor manufatureiro no segundo trimestre de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020. No Reino Unido os dados apontaram para uma grande discrepância entre os indicadores de produtividade, com elevação do indicador que considera como medida do fator trabalho o número de pessoas ocupadas bem superior à observada na métrica que considera as horas trabalhadas.[1]

Essa heterogeneidade nos resultados da produtividade do trabalho sugere a necessidade de uma análise abrangente das medidas de produtividade calculadas para o Brasil durante este período de pandemia. Como a informação de valor adicionado é a mesma em todas as medidas, as diferenças entre os indicadores de produtividade são provenientes das discrepâncias observadas nas medidas do fator trabalho.

Desde 2019, o Observatório da Produtividade Regis Bonelli do FGV IBRE tem divulgado estatísticas de produtividade por pessoal ocupado e por hora trabalhada. Esta última medida considera duas informações sobre o total de horas trabalhadas. A primeira são as horas habitualmente trabalhadas em todas as ocupações, obtidas da PNAD Contínua, que têm como referência uma semana em que não haja situações excepcionais que alterem a duração rotineira do trabalho, ou seja, uma semana típica de trabalho.[2]

A PNAD Contínua também fornece informações sobre as horas efetivamente trabalhadas na semana de referência, que podem incluir reduções por motivo de doença, feriado, falta voluntária, atraso ou por outra razão, bem como aumentos por conta de pico de produção e compensação de horas não trabalhadas em outro período.

Até o início da pandemia, os resultados obtidos a partir das duas medidas de horas trabalhadas eram semelhantes. No entanto, em função das medidas de distanciamento social necessárias para conter os efeitos da pandemia, desde o primeiro trimestre de 2020[3] os dados da PNAD Contínua passaram a revelar um descolamento entre as duas medidas de horas trabalhadas, o qual foi particularmente forte no segundo trimestre, com redução muito mais pronunciada das horas efetivamente trabalhadas que das horas habitualmente trabalhadas e do pessoal ocupado, tal como exposto no Gráfico 1.

Gráfico 1: Taxa de crescimento do valor adicionado, do pessoal ocupado, das horas habitualmente trabalhadas e das horas efetivamente trabalhadas para o agregado da economia – (Em % e em relação ao mesmo trimestre do ano anterior) – Brasil

Fonte: Observatório da Produtividade Regis Bonelli
Elaboração FGV IBRE com dados das Contas Nacionais Trimestrais e da Pnad Contínua (IBGE).

Como podemos observar, as três medidas do fator trabalho tiveram comportamento semelhante até o quarto trimestre de 2019. No entanto, no primeiro trimestre de 2020, e particularmente no segundo trimestre, houve forte discrepância entre as medidas de pessoal ocupado e horas habitualmente trabalhadas, de um lado, e das horas efetivamente trabalhadas, de outro.

No segundo trimestre de 2020, enquanto o valor adicionado apresentou queda de 10,3% em relação ao segundo trimestre de 2019, as quedas do emprego, das horas habitualmente trabalhadas e das horas efetivamente trabalhadas foram de 10,7%, 10,5% e 27,6%, respectivamente.

No terceiro trimestre, foi possível notar uma desaceleração nas quedas do valor adicionado (-3,7%) e do total de horas efetivamente trabalhadas (-16,4%), mas uma piora na evolução do número de pessoas ocupadas e das horas habitualmente trabalhadas, cujas quedas foram de 12,1% e 11,9%, respectivamente. Já no quarto trimestre de 2020, houve uma intensificação no processo de normalização das horas efetivas, de modo que a queda desta variável (-10,4%) se aproximou ainda mais da redução observada no total de horas habituais (-9,1%) e no emprego (-8,9%).[4]

O processo de normalização da atividade econômica observado ao longo dos últimos meses tem permitido uma recuperação mais rápida desde o primeiro trimestre de 2021, tanto do valor adicionado quanto das horas efetivamente trabalhadas. Em particular, enquanto que no primeiro trimestre de 2021 houve uma elevação de 0,8% do valor adicionado em comparação com o mesmo período do ano anterior, no segundo trimestre deste ano o crescimento desta variável foi de 11,7%. Esta melhora também foi notada nas horas efetivas, cujo resultado no primeiro trimestre deste ano foi de queda de 3,1% e elevação de 29,8% no segundo trimestre. Esta forte elevação no crescimento interanual do valor adicionado e das horas efetivas precisa ser interpretada com certa cautela, tendo em vista que sua base de comparação foi afetada de forma muito negativa pela pandemia.

Já o processo de recuperação do emprego e das horas habitualmente trabalhadas tem sido mais lento. Em particular, no primeiro trimestre de 2021 ambas as medidas ainda apresentaram fortes quedas de 7,1% e 7,5%, respectivamente. Já no segundo trimestre deste ano, enquanto que o emprego cresceu 5,3%, o total de horas habitualmente trabalhadas mostrou avanço de 5%, bem menor que o crescimento apresentado pelas horas efetivamente trabalhadas.

Esta discrepância entre as medidas do fator trabalho foi disseminada entre os principais setores da economia,[5] bem como nas ocupações formais e informais.[6] Isso pode ser em parte consequência da adoção do programa de proteção ao emprego formal (Benefício Emergencial de Proteção do Emprego e da Renda, BEm), que possibilitou a manutenção do emprego com redução de jornada ou suspensão do contrato de trabalho. Além disso, foi criado o auxílio emergencial, que ao complementar a renda dos trabalhadores informais pode ter reduzido de forma significativa sua jornada de trabalho em 2020.

Em consequência disso, o indicador de produtividade construído com base nas horas efetivamente trabalhadas apresentou comportamento muito diferente ao longo dos últimos trimestres, quando comparado com a produtividade por pessoal ocupado e com a produtividade por hora habitualmente trabalhada, tal como apresentado no Gráfico 2.

Gráfico 2: Taxa de crescimento da produtividade agregada com base nas diferentes medidas do fator trabalho (por hora habitualmente trabalhada, por hora efetivamente trabalhada e por pessoal ocupado - em % em relação ao mesmo trimestre do ano anterior) – Brasil

Fonte: Observatório da Produtividade Regis Bonelli
Elaboração FGV IBRE com dados das Contas Nacionais Trimestrais e da Pnad Contínua (IBGE).

Analisando o agregado da economia, podemos notar que os fatos estilizados sobre a dinâmica da produtividade no Brasil até o quarto trimestre de 2019 não dependem da métrica considerada. Em particular, podemos notar que em todas as medidas a produtividade apresentou um forte recuo ao longo da recessão ocorrida entre 2014 e 2016, seguida de uma recuperação no primeiro semestre de 2017, em função do excelente desempenho da agropecuária. Entre o segundo trimestre de 2017 e o quarto trimestre de 2018 houve uma desaceleração do crescimento da produtividade nas três métricas, seguida de sucessivas quedas em 2019.

Com o avanço da pandemia da Covid-19, no entanto, o indicador de produtividade com base nas horas efetivamente trabalhadas começou a apresentar um forte descolamento em relação aos indicadores de produtividade por hora habitualmente trabalhada e por pessoal ocupado, em especial no segundo trimestre de 2020.

Enquanto que no primeiro trimestre de 2020 houve queda de produtividade por pessoal ocupado e por hora habitualmente trabalhada de 0,7% e 1,1%, respectivamente, e uma elevação de 3% da produtividade por hora efetivamente trabalhada, no segundo trimestre houve uma elevação da produtividade por pessoal ocupado e por hora habitualmente trabalhada de 0,4% e 0,2%, respectivamente, e um forte crescimento de 23,9% da produtividade por hora efetivamente trabalhada.

Nos últimos dois trimestres de 2020 foi possível notar uma redução na discrepância entre o crescimento das diferentes medidas de produtividade do trabalho. No terceiro trimestre de 2020, por exemplo, houve uma elevação da produtividade por pessoal ocupado e por hora habitualmente trabalhada de 9,5% e 9,4%, respectivamente, e um crescimento de 15,3% da produtividade por hora efetivamente trabalhada. Já no quarto trimestre, enquanto que a elevação na produtividade por pessoal ocupado e por hora habitualmente trabalhada foi de 8,2% e 8,5%, respectivamente, na métrica que considera as horas efetivamente trabalhadas a produtividade cresceu 10,1%.[7]

Por conta do processo de normalização das horas efetivamente trabalhadas houve, no primeiro trimestre de 2021, uma forte desaceleração do crescimento da produtividade que considera esta medida do fator trabalho, seguida de uma queda significativa no segundo trimestre. Em particular, no primeiro trimestre deste ano o crescimento da produtividade por hora efetivamente trabalhada recuou para 4% em relação ao mesmo período do ano anterior, seguido de uma forte queda de 13,9% no segundo trimestre, em função da elevação mais significativa das horas efetivas (29,8%) em comparação com o crescimento do valor adicionado (11,7%).

Já os indicadores de produtividade que consideram o número de pessoas ocupadas e o total de horas habitualmente trabalhadas tiveram forte desaceleração do crescimento entre o primeiro e o segundo trimestre de 2021, de 8,5% para 6,1% na métrica de pessoas ocupadas e 9,0% para 6,5% usando horas habitualmente trabalhadas.

Uma outra forma de analisar a dinâmica dos indicadores de produtividade é com base nas séries que descontam os efeitos sazonais de cada trimestre, ou seja, com base nas séries dessazonalizadas. O Gráfico 3 mostra a taxa de crescimento dos indicadores de produtividade do trabalho em relação ao trimestre imediatamente anterior.[8]

Gráfico 3: Taxa de crescimento da produtividade agregada com base nas diferentes medidas do fator trabalho (por hora habitualmente trabalhada, por hora efetivamente trabalhada e por pessoal ocupado - em % em relação ao trimestre imediatamente anterior) – Brasil

Fonte: Observatório da Produtividade Regis Bonelli
Elaboração FGV IBRE com dados das Contas Nacionais Trimestrais e da Pnad Contínua (IBGE).

O Gráfico 3 mostra que, embora a produtividade tenha crescido no segundo trimestre de 2020 em todas as métricas, e no terceiro trimestre de acordo com as medidas por pessoal ocupado e horas habituais, houve queda na margem em todos os indicadores no quarto trimestre de 2020. Em 2021, tem havido queda na margem em todas as medidas. Em particular, no segundo trimestre as produtividades por pessoal ocupado, por hora habitualmente e por hora efetivamente trabalhada recuaram na margem 1,3%, 1,2% e 1,0%, respectivamente.

Estes resultados indicam que elevação da produtividade em 2020 pode ter sido temporária, sendo provavelmente revertida em 2021.[9] Este padrão transitório fica particularmente evidenciado quando consideramos a evolução da trajetória da produtividade do trabalho desde o quarto trimestre de 2019.

Como mostra o Gráfico 4, após um salto expressivo no segundo trimestre de 2020, a produtividade por horas efetivas desacelerou nos trimestres seguintes. Apesar disso, no segundo trimestre de 2021 esta medida ainda se encontrava 7,8% acima do nível pré-pandemia. Embora as métricas de produtividade por pessoal ocupado e horas habituais não tenham dado sinais de desaceleração significativa nos últimos três trimestres, nossa avaliação é de que a dinâmica da produtividade por horas efetivas retrata melhor o comportamento da produtividade do trabalho durante a pandemia.

Gráfico 4: Evolução da Produtividade do Trabalho (4º trimestre de 2019=100)

Fonte: Observatório da Produtividade Regis Bonelli
Elaboração FGV IBRE com dados das Contas Nacionais Trimestrais e da Pnad Contínua (IBGE).

No Gráfico 5 apresentamos a taxa de crescimento da produtividade do trabalho, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, para os três grandes setores da economia (agropecuária, indústria e serviços), com base nas três medidas do fator trabalho (por horas habitualmente trabalhadas, por horas efetivamente trabalhadas e por pessoal ocupado).[10]

Acesse o relatório completo contendo a análise dos indicadores trimestrais de produtividade do trabalho no site do Observatório de Produtividade Regis Bonelli.

[1] Em particular, nos Estados Unidos, os indicadores do Bureau of Labor Statistics (BLS) apontaram para um crescimento da produtividade agregada (nonfarm business sector) de 1,8% no segundo trimestre de 2021 em relação ao segundo trimestre de 2020, menor que o observado no setor manufatureiro, cujo crescimento foi de 7,2%. No que diz respeito à produtividade agregada, o resultado foi gerado a partir da combinação de um crescimento do PIB de 15,8% e elevação de 13,7% nas horas trabalhadas. Já no setor manufatureiro a alta da produtividade foi reflexo de uma elevação do PIB de 17,1%, bem maior que a observada nas horas trabalhadas (9,3%). No Reino Unido os dados do Office for National Statistics (ONS) mostraram elevação da produtividade por pessoal ocupado de 23,4% no segundo trimestre de 2021 em relação ao mesmo período de 2020, e uma alta de 3,1% na produtividade por hora trabalhada. Em particular, o aumento da produtividade no Reino Unido na métrica que considera as horas trabalhadas foi disseminada entre vários setores da economia, como construção (14,7%), setor manufatureiro (4,9%) e setor de serviços (2,8%). É importante ter certa cautela na interpretação desses resultados, já que a base de comparação foi muito afetada pela pandemia.

[2] O total de horas habitualmente trabalhadas em todas as ocupações corresponde ao produto da jornada média pelo número de pessoas ocupadas.

[3] Na nota que divulgamos referente aos resultados da produtividade do trabalho no primeiro trimestre de 2020 já havíamos chamado atenção para a queda mais forte das horas efetivas em comparação com as horas habituais em função dos efeitos iniciais da pandemia no mercado de trabalho. O texto pode ser acessado através do link.

[4] Em 2020, o valor adicionado total da economia recuou 3,9%. Houve uma queda muito mais pronunciada das horas efetivas (-14,5%) em comparação com o emprego (-7,9%) e com as horas habituais (-7,7%).

[5] Na indústria, enquanto que o valor adicionado no segundo trimestre de 2021 mostrou um avanço de 17,8% em relação ao mesmo período de 2020, a população ocupada, as horas habitualmente trabalhadas e as horas efetivamente trabalhadas cresceram 8,4%, 7,8% e 30,9%, respectivamente. Já no setor de serviços, enquanto a elevação do valor adicionado foi de 10,8%, o crescimento do emprego, das horas habitualmente trabalhadas e das horas efetivamente trabalhadas foi de 3,6%, 3,0% e 31,3%, respectivamente.

[6] No segundo trimestre de 2021, o total de horas efetivamente trabalhadas dos trabalhadores informais, que contemplam empregados sem carteira assinada, trabalhadores por conta própria e empregadores sem CNPJ, e trabalhadores familiares auxiliares, apresentou uma elevação de 43,3%, enquanto que as horas habitualmente trabalhadas e o emprego cresceram 13,6% e 13,5%, respectivamente. Já no caso dos trabalhadores formais, que englobam os empregados com carteira assinada, os militares e servidores públicos estatutários, bem como os conta própria e empregadores com CNPJ, as horas efetivamente trabalhadas cresceram 22,5%. No entanto, o total de horas habitualmente trabalhadas cresceu apenas 0,1%, e o emprego mostrou uma ligeira redução de 0,1%.

[7] No ano de 2020, todas as medidas apontaram para uma elevação da produtividade agregada. Enquanto que a métrica que considera as horas efetivamente trabalhadas apresentou forte avanço de 12,4%, as medidas que consideram as horas habitualmente trabalhadas e população ocupada cresceram 4,1% e 4,3%, respectivamente.

[8] A construção dos indicadores de produtividade com ajuste sazonal foi feita com base na dessazonalização de cada um dos seus componentes. Como o IBGE não divulga séries dessazonalizadas de emprego e horas trabalhadas, utilizamos o mesmo procedimento aplicado ao valor adicionado para fazer o ajuste sazonal do fator trabalho.

[9] Estes resultados estão em linha com o observado em outros países. Em particular, um estudo divulgado recentemente por pesquisadores do Bank of England e das Universidades de Stanford e Nottingham, intitulado “The Impact of Covid-19 on Productivity”, mostrou uma grande discrepância no efeito de curto prazo da pandemia sobre as diferentes medidas de produtividade no Reino Unido, utilizando dados do Decision Maker Panel (DMP), um survey mensal abrangendo uma amostra representativa de empresas do Reino Unido. No entanto, essas diferenças têm diminuído e as estimativas indicam que devem tornar-se cada vez menores ao longo de 2021. Os resultados podem ser acessados no link.

[10] No site do Observatório da Produtividade Regis Bonelli disponibilizamos os indicadores de produtividade para as três medidas do fator trabalho nos doze setores da economia. O acesso à base de dados está disponível através do link.

Acesse o relatório completo contendo a análise dos indicadores trimestrais de produtividade do trabalho no site do Observatório de Produtividade Regis Bonelli.

Leia aqui o artigo completo no portal do IBRE.

*As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade exclusiva do(s) autor(es), não refletindo necessariamente a posição institucional da FGV.

Autor(es)

  • Fernando Veloso

    É pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) da Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, professor da EPGE Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE) e pesquisador associado do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da FGV. PhD em Economia pela University of Chicago. Tem graduação em Economia pela Universidade de Brasília e mestrado na mesma área pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). É coordenador (com Silvia Matos) do Observatório da Produtividade Regis Bonelli.

  • Silvia Matos

    Coordenadora do Boletim Macro IBRE, responsável pela elaboração dos Cenários Macroeconômicos do Instituto. É Professora do Mestrado Profissional em Economia da FGV EPGE desde 2004.  Foi economista do Departamento de Pesquisa do Banco BBM (2005-2008). Entre 2009 e 2010 foi coordenadora do Núcleo de Soluções da Superintendência de Clientes Institucionais do FGV IBRE, atuando na área de Projeções Econômicas e Análises Setoriais. Possui publicações nas áreas de macroeconomia e crescimento econômico. Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Mestre e Doutora em economia pela Escola de Pós-Graduação em Economia (FGV EPGE). Eleita Economista-Chefe 2019 pela Ordem de Economistas do Brasil.

  • Fernando de Holanda Barbosa Filho

    Atualmente é pesquisador do Centro de Crescimento Econômico (CCE) do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) e professor da FGV. Possui mestrado em Economia pela EPGE Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV EPGE), doutorado em Economia pela New York University e graduação na mesma área pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Crescimento, Flutuações e Planejamento Econômico, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, crescimento, capital humano e produtividade.

  • Paulo Peruchetti

    Assistente de pesquisa na área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE). Mestre em Economia Empresarial e Finanças pela EPGE Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE) e bacharel em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Trabalhou no acompanhamento e na elaboração das projeções dos principais indicadores macroeconômicos da economia brasileira. Atualmente atua na elaboração de estudos sobre desenvolvimento econômico, mercado de trabalho e produtividade.

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