Seminário discute riscos da gestão administrativa e limites da atuação de órgãos de controle

O presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal, refletiu sobre os riscos da gestão administrativa, comparando os modelos do Brasil e França e elencando questões urgentes a serem priorizadas pelos representantes do próximo governo, como o ajuste fiscal, o aumento inflacionário e o redirecionamento de gastos futuros.
管理学
31 十月 2018
Seminário discute riscos da gestão administrativa e limites da atuação de órgãos de controle

Cerca de 400 pessoas, entre autoridades, juristas, empresários e especialistas se reuniram, na Sede FGV, no dia 22 de outubro, no Rio de Janeiro, para a realização do seminário “Os riscos da gestão administrativa e os limites da atuação dos órgãos de controle”. Sob a coordenação técnico-científica de Benjamin Zymler, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Cesar Cunha Campos, diretor da FGV Projetos, e Ricardo Couto de Castro, desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e professor da FGV, o encontro debateu soluções e propostas de gestão de áreas fundamentais como saúde, educação, segurança pública e infraestrutura.

Participaram do evento o presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal, o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Pedro Colnago, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, o secretário-executivo da Transparência e Controladoria-Geral da União, José Marcelo Castro de Carvalho, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski e a presidente do Inep, Maria Inês Fini.

O presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal, refletiu sobre os riscos da gestão administrativa, comparando os modelos do Brasil e França e elencando questões urgentes a serem priorizadas pelos representantes do próximo governo, como o ajuste fiscal, o aumento inflacionário e o redirecionamento de gastos futuros.

O ministro-presidente do STJ, João Otávio de Noronha, ressaltou o papel da Constituição Federal de 1988 na garantia das instituições brasileiras e ressaltou o dever do Estado de manter a paz social, estabelecendo regras e vetores para a manutenção da segurança jurídica, levando-se em conta a legalidade e os fundamentos do Estado Democrático de Direito.

O ministro do TCU, Benjamin Zymler, apresentou a moldura constitucional do controle externo e seu viés administrativo, destacando a autonomia dos Tribunais de Contas, cujas competências não podem ser usurpadas pelos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. Já o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, defendeu que o melhor tipo de controle externo é o preventivo, e não repressivo, a partir de um forte planejamento.

Assista às palestras na íntegra:

Primeira parte:

Segunda parte:

Our website collects information about your device and browsing activity through the use of cookies seeking to allow features such as: improving the technical functioning of web pages, measuring the diffusion of the website and offering relevant products and services through personal advertisement. To find out more about the information and cookies we collect, visit our Cookie Policy and our Privacy Policy (available soon in English).