II Rio Money Forum debate abertura econômica e desafios do Brasil

Evento organizado pelo FGV IBRE e pelo CODEMEC reúne autoridades, economistas e especialistas no Rio. Vice-presidente General Hamilton Mourão está confirmado
经济学
12 七月 2019
II Rio Money Forum debate abertura econômica e desafios do Brasil

A reforma da Previdência foi aprovada em primeiro turno pela Câmara dos Deputados. O tema é relevante, pois espera-se que com a medida o país consiga conter o aumento dos gastos públicos. Mas se o Estado não tem capacidade de se endividar para investir e assumir sozinho os desafios nos próximos anos, qual será o seu papel nesse novo cenário? O II Rio Money Forum reúne no Rio de Janeiro especialistas e representes do governo de diferentes áreas – como sistema financeiro, privatização, inovação, contas governamentais, produtividade e regulação – para discutir o tema e trazer luz aos principais desafios do país no curto e médio prazos. O evento será realizado no dia 15 de julho, das 9h às 17h30, no Centro Cultural FGV (Praia de Botafogo, 186. Botafogo, Rio de Janeiro/RJ), e conta com palestra do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, na abertura.

O tema central é o capitalismo, que permeia todo o debate. O primeiro painel abordará como o Brasil pode ser um país mais competitivo, por meio da melhora da produtividade e da abertura da economia. Já o painel seguinte discutirá distribuição de renda, democratização do acesso ao crédito e sustentabilidade. Ainda pela manhã, o Forum dará espaço para a discussão sobre a importância da inovação.

Para Thomás Tosta Sá, presidente do Comitê para o Desenvolvimento do Mercado de Capitais (CODEMEC), o controle do déficit fiscal é uma questão fundamental e está encaminhado com a reforma da Previdência. Sá ressalta outras medidas que o governo pode tomar para ajudar no desenvolvimento do país. “O BNDES será, sim, o grande banco de desenvolvimento social, investindo em infraestrutura e na pequena e na média empresa, que são as grandes geradoras de emprego e inovação”.

Na parte da tarde, os três painéis irão abordar a nova economia liberal, o papel e o tamanho do Estado na economia e as críticas ao capitalismo. Armando Castelar, um dos palestrantes, chama atenção para a agenda do governo, que acena com a abertura econômica. Segundo o coordenador da Economia Aplicada do FGV IBRE, é primordial apostar na melhora do ambiente de negócios em um momento de dificuldade fiscal.

“A assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia é um avanço nessa agenda (abertura econômica). O acordo é um grande motivador para que se faça novos acordos. Também acho que a iniciativa está preparada para assumir esse papel (investimentos) e há o próprio esgotamento fiscal. Além disso, têm as privatizações – Petrobras e Eletrobras têm atuado em vender ativos – e têm ações em outras dimensões, como na área de regulação”, detalhou Castelar.

Para mais informações e inscrições, acesse o site.

Our website collects information about your device and browsing activity through the use of cookies seeking to allow features such as: improving the technical functioning of web pages, measuring the diffusion of the website and offering relevant products and services through personal advertisement. To find out more about the information and cookies we collect, visit our Cookie Policy and our Privacy Policy (available soon in English).