FGV celebra acordo de parceria para formação de líderes em Moçambique

A vinda do ex-presidente ao Brasil teve como objetivo a assinatura do Memorando de Cooperação entre a Fundação Getulio Vargas e Fundação Joaquim Chissano (FJC).
Administration
13 September 2017
FGV celebra acordo de parceria para formação de líderes em Moçambique

Um dos principais líderes do continente africano na atualidade, o ex-presidente de Moçambique Joaquim Chissano foi recebido no último dia 17 na Fundação Getulio Vargas pelo presidente da FGV, professor Carlos Ivan Simonsen Leal.

A vinda do ex-presidente ao Brasil teve como objetivo a assinatura do Memorando de Cooperação entre a Fundação Getulio Vargas e Fundação Joaquim Chissano (FJC). Antes da assinatura, o presidente da FGV ofereceu um almoço em homenagem ao visitante, que contou com a presença de diplomatas de Moçambique, Angola, Portugal e Brasil, além de diretores da FGV.

Após a assinatura do protocolo, o ex-presidente Chissano palestrou em uma conferência que abordou o tema “Desenvolvimento Econômico e a Formação do Capital Humano da África”. Joaquim Chissano é considerado um dos grandes heróis da independência de seu país e assumiu a presidência de Moçambique em 19 de outubro de 1986. Foi eleito democraticamente em 1994, depois da morte de Samora Machel, companheiro na luta pela independência.

O Núcleo de Cooperação com África e Portugal (NuCAP) da Diretoria Internacional da FGV (DINT), por meio do professor Marcus Vinicius Rodrigues, e com o apoio do diretor, professor Bianor Cavalcanti, vem mantendo relações de parceria com o Instituto de Governação Paz e Liderança (IGPL), que é vinculado à FJC, buscando levar para Moçambique os programas de formação para executivos da FGV.

Segundo Marcus Vinicius, a FGV tem hoje em Moçambique um parceiro com todas as condições para formação de executivos moçambicanos. Ele destacou que o conhecimento gerado pela Fundação pode auxiliar no desenvolvimento do país africano. “Moçambique é um país irmão, que tem potencial para se tornar o terceiro maior produtor de gás natural liquefeito (GNL) do mundo, após o Qatar e a Austrália, e no ‘maior agente’ do mercado africano de petróleo e gás. Mas para isso precisa não só de importantes investimentos, alguns já em curso, mas principalmente de formação gerencial e organizacional. E nesse aspecto a FGV pode ter um importante papel”, destaca.

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