Indicador Antecedente recua em junho

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, publicado pelo Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) e pelo The Conference Board (TCB) caiu 0,1%, entre maio e junho, para 112,7 pontos. Das oito séries componentes, quatro contribuíram para a queda do indicador, com destaque para o Índice de Expectativas do Consumidor, que recuou 4,5%.
Já o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE) do Brasil, que mensura as condições econômicas atuais, aumentou 2,2%, no mesmo período.
“A despeito da nova queda do IACE em junho, o resultado positivo do ICCE permite uma avaliação no sentido de que os efeitos negativos das paralisações de maio não terem sido tão profundos quanto inicialmente captados pelos indicadores de expectativas”, afirma Paulo Picchetti, coordenador do IPC Brasil do FGV IBRE. “A recomposição do nível de atividades parece ocorrer de forma a indicar que uma reversão do ciclo econômico por enquanto é pouco provável”, diz Picchetti.
O IACE agrega oito componentes econômicos que medem a atividade econômica no Brasil. Cada um deles vem se mostrando individualmente eficiente em antecipar tendências econômicas. A agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados “ruídos”, colaborando para que a tendência econômica efetiva seja revelada.
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