Escolas de Direito da FGV ficam em 1º e 2º lugar entre instituições particulares no XIX Exame da OAB

As Escolas de Direito do Rio de Janeiro (Direito Rio) e de São Paulo (Direito SP) da Fundação Getulio Vargas ficaram em primeiro e segundo lugar, respectivamente, entre as instituições particulares do Brasil no XIX Exame de Ordem, organizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).Dos 44 alunos da Direito Rio que prestaram o Exame, 32 foram aprovados, o que coloca a Escola, além da primeira colocação entre as instituições particulares do país, no segundo lugar nacional entre todas as instituições que participaram desta edição. Com 72,73% de aprovação, a Direito Rio também figura na liderança entre os cursos de Direito do estado do Rio de Janeiro.?O excelente desempenho da Direito Rio no Exame de Ordem decorre do empenho, dedicação e esforço dos alunos e alunas. Costumo dizer que é difícil manter um desempenho linear nos Exames. Sucessivos resultados positivos mostram a habilidade dos nossos alunos de se adaptarem às particularidades da prova. E esse excepcional resultado vem a somar a outras importantes ações da Escola, como as pesquisas desenvolvidas nos Centros de Pesquisa, as atividades de extensão e o programa de intercâmbio, por exemplo. Contamos com o talento dos alunos, professores e funcionários para fazer o projeto da Escola caminhar?, destaca o coordenador do Núcleo de Prática Jurídica da Direito Rio, professor André Mendes.Já a Direito SP teve 60,87% de seus alunos aprovados, o que a colocou em primeiro lugar entre os cursos da capital paulistana. A Escola conseguiu aprovar 28 dos 46 alunos que participaram desta edição do Exame da OAB.?O resultado no exame da OAB é mais um indicador da excelência do curso da Direito SP, que tem se destacado pelas práticas inovadoras de ensino, com amplo reconhecimento pela comunidade acadêmica e pelo mercado de trabalho?, afirma o coordenador da graduação da Direito SP, professor Roberto Dias.Segundo a OAB, 13,28% dos candidatos que prestaram o exame foram aprovados. Dos 141.472 participantes, apenas 18.791 foram habilitados a exercer a profissão.
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