Relatório do GVces mostra desempenho das 23 empresas brasileiras que aderiram à simulação do sistema de comércio de emissões da EPC

Pioneira no Brasil, a EPC é uma plataforma empresarial permanente e de responsabilidade do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EAESP).
Institutional
25 November 2015

A Plataforma Empresas pelo Clima (EPC) divulgou, neste mês, o Relatório Analítico Semestral, que traz análises da performance do mercado e estratégias adotadas no primeiro semestre desse ano pelas 23 empresas que participam do Sistema de Comércio de Emissões da EPC (SCE EPC) ? uma simulação de comércio de emissões de gases do efeito estufa (GEE) do tipo ?cap-and-trade? que estipula um limite de emissões para um grupo de empresas, sendo esse limite convertido no volume de títulos que são inseridos no mercado para negociação.Pioneira no Brasil, a EPC é uma plataforma empresarial permanente e de responsabilidade do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EAESP). O objetivo da ferramenta é mobilizar, sensibilizar e articular lideranças empresariais para a gestão e redução das emissões de GEE, a gestão de riscos climáticos, propostas de políticas públicas e incentivos positivos no contexto das mudanças climáticas.Já o SCE EPC é uma iniciativa criada em 2013 e pioneira na América Latina ? não há nenhum outro sistema de comércio de emissões entre os países latinos. Todos os dados de emissão utilizados na simulação são reais e estão acessíveis no Registro Público de Emissões. Os títulos e recursos financeiros ? fictícios ?  são transacionados na plataforma online BVTrade, oferecida pela Bolsa de Valores Ambientais do Rio de Janeiro (BVTrade), parceira do GVces nessa empreitada.O relatório mostra os resultados do primeiro semestre (março a agosto) de 2015, em que as empresas brasileiras participaram da iniciativa buscando atender a duas metas: a conciliação de suas emissões reais de 2015 com títulos disponíveis no mercado e a otimização de seus resultados financeiros, ou seja, o menor custo possível de conciliação.  As empresas participantes pertencem a diversas áreas de atuação, que cobrem a produção florestal, papel e celulose; serviços; eletricidade; logística; indústria de transformação; construção civil e extrativismo. São elas: AES Brasil, Andrade Gutierrez, Anglo American, Banco do Brasil, Bateria Moura, Braskem, Camargo Corrêa, Citibank, Copel, CSN, Duratex, Ecofrotas, Eletrobrás Furnas, Grupo Boticário, InterCement, Itaú Unibanco, Klabin, Oi, Suzano Papel e Celulose, Telefônica/Vivo, Vale, Whirlpool e Wilson Sons.Conclusões do relatórioEntre os principais resultados dos primeiros seis meses de operação do SCE EPC 2015, destaca-se o volume de títulos negociados ? 150% maior do que foi negociado no mesmo período do ciclo anterior e demanda, em média, 50% maior que a oferta nos leilões de permissão de emissão realizados no período. O resultado demonstra que as empresas estão mais dispostas a operar e a aprender sobre o funcionamento de um sistema de comércio de emissões.Além disso, o relatório apresenta um estudo sobre o ?cap? relativo, que é uma outra forma de estabelecer um limite de GEE para o grupo de empresas que compõem a abrangência de um sistema de comércio de emissões do tipo ?cap-and-trade?. No SCE EPC, foi adotado o ?cap? absoluto ? nesse capítulo do relatório são apresentados elementos para o debate a respeito das diferenças, dificuldades, vantagens e desvantagens dos dois tipos de ?cap?.Para conferir o relatório completo, clique aqui.  

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