Dólar Mini é opção contra variação cambial, aponta professor da EESP

O professor da Escola de Economia de São Paulo (FGV/EESP) Samy Dana apresenta, na sua coluna ?Caro Dinheiro?, na Folha de São Paulo, uma alternativa pouco conhecida para os brasileiros com despesa programada em moeda estrangeira que precisam se proteger da variação do câmbio: o minicontrato cambial, também chamado de ?Dólar Mini?.Segundo Samy, esse termo se refere ao tamanho do contrato, já que o mini negocia lotes de US$ 5.000 ? equivalente a 10% do contrato padrão da BM&FBovespa. ?A modalidade consiste em acordos de compra ou venda de dólar em prazos futuros com preços fixados. O investidor escolhe o prazo que deseja e realiza a operação de acordo com suas necessidades. A ideia é que, entre o dia da compra e o de vencimento, ele tenha um fluxo financeiro que compense as variações cambiais?, explica o professor.O professor diz ainda que os negociantes podem acompanhar os investimentos por meio de plataformas eletrônicas pessoais oferecidas pelas corretoras, cujos custos operacionais são menores que as taxas de administração de fundos. ?Essa é uma boa alternativa para quem está preocupado com a alta do dólar por causa de viagens longas ao exterior, intercâmbio e moradia fora do país, por exemplo?, finaliza Samy.
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