FGV in company participa da primeira edição do HR Leaders Exchange

Institutional
27 May 2013

O FGV in company participou da primeira edição do HR Leaders Exchange, um encontro de vice-presidentes e diretores de Recursos Humanos de grandes empresas que atuam no Brasil. Durante os três dias de evento - realizado neste mês, em Arraial D'ajuda, na Bahia ? a alta direção de RH de organizações como Banco do Brasil, Wal-Mart, TOTVS, Amil, Bradesco Saúde, McDonald's, TAM, Renaud e LinkedIn discutiram sobre educação corporativa, inovação, criatividade, liderança, competências, atitude, retenção de talentos, entre outros temas importantes para a gestão de pessoas. A assessora educacional dos programas a distância da FGV, professora Elisabeth Silveira, foi a presidente da mesa. Pessoas estratégicas são pessoas que têm postura frente ao que faz, que preservam os valores das instituições em que atuam, afirmou, na abertura do evento. O foco dos trabalhos que vão ser apresentados aqui não é nem conhecimento e nem o 'saber fazer', mas a atitude. A necessidade de autoconhecimento e de uma liderança que ofereça autonomia à sua equipe, mas com direcionamento, foi um dos pontos do debate. O líder precisa criar um propósito compartilhado, inspirar paixão, definir a direção e transmitir valores, ressaltou o diretor de RH da emissora ESPN, Fernando Lima, citando também uma frase do Walt Disney ? um líder é alguém que influencia para a mudança. Já o diretor de RH do Wal-Mart, Marcus Prianti, provocou os participantes com a pergunta: Sua empresa faz instalação ou implementação?. Logo depois, explicou que um gestor instala políticas e processos, com base em objetivos técnicos; enquanto a implementação é uma ação mais profunda. Envolve também os objetivos do negócio, o alinhamento, o resultado esperado, além de uma estratégia sobre como os objetivos humanos, incluindo os aspectos comportamentais, serão alcançados, explicou. Por fim, os executivos ainda compartilharam experiências e relataram as oportunidades e os desafios que influenciam diretamente o RH, como o apagão de mão de obra qualificada, o comportamento da chamada geração Y, o aumento do uso das redes sociais dentro e fora das empresas, e a crescente rotatividade de profissionais dentro das organizações.

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