DIREITO GV comenta a série Direito, Desenvolvimento e Justiça (DDJ)

A série Direito, Desenvolvimento e Justiça (DDJ) foi criada pela DIREITO GV para ser um espaço de reflexão teórica e interdisciplinar para assuntos relacionados ao Direito. Entre textos de produção científica, resgate de clássicos jurídicos, livros voltados à metodologia de ensino e coletâneas de artigos, as obras publicadas pela Série DDJ vêm conquistando um papel relevante no cenário acadêmico brasileiro. Conversamos com o coordenador de publicações da DIREITO GV, José Rodrigo Rodriguez, para fazer um balanço e também contar sobre os planos para o futuro. 1 ? Quantos títulos foram lançados pela Série DDJ? Qual o perfil do leitor?Foram publicados 42 livros com perfil eminentemente acadêmico. Livros voltados para a reflexão teórica e interdisciplinar e não para o cotidiano do foro. Seu público, portanto, é mais focado, formado por professores e estudantes de pós-graduação e profissionais capazes de refletir sobre grandes temas e grandes problemas do direito brasileiro e mundial. 2 ? Desde o início da Série, quantos livros já foram indicados para o Prêmio Jabuti? Qual a sua avaliação em relação a essas indicações? Foram quatro livros indicados este ano. As indicações parecem indicar que estamos produzindo livros atuais e de alta qualidade que tratam de temas de interesse para a sociedade brasileira, a despeito de terem um perfil acadêmico, reflexivo e interdisciplinar, o que reduz seu alcance em termos numéricos. 3 ? Além do Prêmio Jabuti, que outros indicadores você apontaria como marcos do sucesso e da relevância dos livros da Série para o mercado e para a academia? Um dos indicadores é a formação, a partir deste ano, de um Conselho Editorial para a coleção, coordenado por mim, composto de professoras e professores de vários estados da Federação e inclusive da FGV, como Antônio José Maristrello Porto (DIREITO RIO). A Série DDJ se transformou em uma coleção aberta a submissões e os livros publicados e a partir deste ano passaram a ser avaliados por este conselho. O fato de professores do País se interessarem em auxiliar nosso trabalho por amor à causa acadêmica, sem qualquer remuneração, mostra que nosso os esforços gozam do respeito e do apoio de nossos pares. 4 ? Quais são os planos da Série DDJ para 2013? Nossa pretensão é continuar a publicar trabalhos de alta qualidade selecionados de forma rigorosa. Um dos principais desafios do Brasil é criar veículos que mantenham a continuidade na publicação e o alto padrão. Sempre houve grandes ideias por aqui, mas é raro que elas durem muito tempo. Nossa revista, a REVISTA DIREITO GV, está completando oito anos e neste ano foi qualificada como A1 pela CAPES, além de ter sido aceita no Scielo em 2010. Pretendemos que a coleção Direito, Desenvolvimento e Justiça siga o mesmo caminho e mantenha seu padrão ao longo dos anos, mirando o longo prazo, as grandes ideias e os grandes problemas nacionais e internacionais. Portanto, nosso objetivo maior é consolidar nosso modelo de coleção, agora uma coleção aberta a submissões, mantendo seu perfil crítico e interdisciplinar, voltada a trabalhos de fôlego, com pretensão de intervir nos grandes debates, que relacionem o Direito com outras áreas das ciências e se preocupem com o desenvolvimento compreendido tanto como crescimento e transformação do sistema econômico quanto como ampliação da liberdade e aperfeiçoamento de nosso estado de direito. 5 ? Que outras iniciativas você apontaria?Nosso projeto mais inovador será uma coleção de livros gratuita, livre para se baixar e compartilhar, chamada ACADÊMICA LIVRE. Nosso objetivo será fazer com que estes livros circulem livremente na internet, seguindo a vocação da FGV de produzir bens públicos para nosso país, neste caso, promovendo o amplo acesso ao conhecimento.
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