DIREITO RIO traz Rightscon ao Brasil para debater direitos humanos, tecnologia e regulação da internet

Institutional
25 May 2012

A DIREITO RIO realiza, nos dias 31 de maio e 1º de junho, a Conferência de Direitos Humanos e Tecnologia: Caminhos para a Regulação da Internet, Rightscon ? maior evento do mundo sobre tecnologia e direitos humanos do mundo. A edição anterior da conferência aconteceu no Vale do Silício em outubro do ano passado e inaugurou um importante espaço para diálogo sobre direitos humanos e tecnologia.  Organizado pelo Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) em parceria com a ONG norte-americana Access, o Rightscon discutirá a crescente tensão entre os modelos de negócios das empresas de tecnologia e a regulação governamental , através de debates sobre os recentes projetos de Lei SOPA, PIPA e CISPA, o Marco Civil da Internet, mídias sociais, liberdade de expressão, Primavera Árabe, democracia e tecnologia, e com a participação de representantes de governos, da sociedade civil e executivos de grandes empresas de Internet, tais como Google, Facebook, 4Share, Mozilla e Tumblr. O RightsCon: Rio ampliará essas discussões falando também dos países emergentes. Serão mais de 100 palestrantes, incluindo VP Tumblr e Ex- Deputy Chief Technology Officer da Casa Branca Andrew Mclaughlin , a representante da Holanda no Parlamento Europeu Marietje Schaake , o deputado federal e relator do Marco Civil Alessandro Molon , o especialista em privacidade online, com perfil recente na revista Wired Chris Soghoian, o diretor executivo da Access Brett Solomon , o diretor do CTS Ronaldo Lemos, entre outros. Na avaliação do coordenador do CTS, Carlos Affonso Pereira de Souza, é muito importante a realização da conferência neste momento em que vários países da América Latina discutem políticas públicas para Internet. ?No Brasil temos a expectativa da aprovação do Marco Civil da Internet. O Chile já aprovou uma lei que consagra a neutralidade da rede em seu ordenamento jurídico e a Corte Constitucional da Costa Rica reconheceu o acesso à internet como um direito fundamental de seus cidadãos. No entanto, é importante registrar que também temos projetos de lei de ameaça à liberdade?, destaca. 

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