Samy Dana conta ao SEMANA FGV o que é o GV Jazz

Institutional
16 September 2011

Samy Dana é professor de Finanças e Métodos Quantitativos da EAESP  e da EESP. É bacharel em Economia, Doutor em Administração pela EAESP  e P.h.D em Finanças pelo IE Business School. No entanto, não é esta a parte do currículo do professor que explica sua paixão pela música. Desde que me conheço por gente mantenho a música em minha vida, revela Samy. Criador do GV Jazz, Samy agora cursa o Bacharelado em  Música na Faculdade Internacional Souza Lima, parceira da Berklee School of Music.   Como surgiu a ideia de criar o GV Jazz? A ideia do GV Jazz surgiu com intuito de aumentar a bagagem cultural dos alunos, professores e funcionários, tendo em vista que a cultura é muito importante para a formação de um pensador. Sem dúvida, a história da música apresenta um aspecto cultural e social fundamental. Além disso, as atividades culturais integram as pessoas e a interação é diferente das atividades em sala de aula.Quando ele foi criado? O GV Jazz é um projeto que vem sendo desenvolvido desde abril de 2011, quando juntei-me a alunos e funcionários interessados em debater temas musicais. O projeto entrou em vigor em agosto deste ano.Como ele é estruturado? Quais são os módulos, os dias dos encontros, onde eles acontecem e quem pode participar?Os encontros do GV Jazz são quinzenais e acontecem no Auditório Itaú (entrada é pelo D.A no 1º andar). Alunos, ex-alunos e funcionários da GV podem participar. O projeto é divido em três frentes: História e Apreciação da Música; Teoria e Harmonia; e Prática Instrumental.Os encontros de História e Apreciação da música tem como objetivo apresentar diversos elementos que compõem o Jazz e suas diversas vertentes, além de outros estilos musicais relacionados a este primeiro, tais como Blues e Bossa nova. Os encontros serão divididos em exposição e exercícios e, ao final do curso, os participantes têm capacidade de identificar uma peça instrumental de jazz e/ou de outros estilos analisados pela forma como esta é estruturada e pelas principais influências inclusas. Já os encontros de Teoria e Harmonia têm o objetivo de apresentar os elementos da teoria fundamental da música. O curso será ministrado de forma prática e ao final os participantes estão aptos a identificarem elementos musicais como fórmulas de compasso, escalas, tonalidades e formas. Além disso, o curso prepara os alunos para análise harmônica. Por fim, a Prática instrumental visa proporcionar aos membros do GV Jazz a experiência de participar de um grande grupo musical, aos moldes de uma Big Band típica dos primórdios do jazz. Nos encontros, os integrantes ensaiam peças previamente escolhidas, de acordo com a disponibilidade de instrumentos.  Além de participar da prazerosa atividade de praticar música em conjunto, os alunos têm a oportunidade de conhecer outros instrumentistas da FGV e são preparados para lidar com novos grupos musicais dos quais talvez participarão no futuro. Com relação aos módulos de teoria e prática, como se deu a escolha das ?ementas??Inicialmente, o curso havia sido pensado começando a partir da Harmonia e para isso os alunos já deveriam ter uma base musical. No entanto, muitos não tinham. Para a escolha das ementas, foram levados em conta os principais livros de teoria usados nas faculdades brasileiras e americanas. Adicionalmente, durante a aula de teoria são abordados tópicos de percepção rítmica e melódica em que os alunos desenvolvem o ouvido independente do fato de tocarem ou não um instrumento.  Por que o GV Jazz faz tanto sucesso? Qual a importância dele para os alunos, professores e funcionários da GV?A música é consumida por todas as classes sociais, independente da idade ou profissão. Além disso, o GV Jazz propicia a possibilidade de aumentar a cultura, além de ser um espaço de convívio na própria escola, com atividades não tão tradicionais.Existe algum projeto de trazê-lo para o Rio? Existe sim uma grande vontade de levar o projeto para o Rio de Janeiro, no entanto ainda estamos tentando captar recursos. Quando conseguirmos recursos ou fundos mais consistentes, pensaremos em estender o projeto para outros estados, com certeza. 

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