Alunos da FGV são finalistas na categoria startup do prêmio Empreenda Santander 2019

Três dos 10 finalistas são alunos da FGV e já ganharam até seis meses de mentoria Endeavor. O grande vencedor receberá R$ 100 mil para investir no seu negócio e bolsas de estudo para até cinco sócios na Babson College (EUA)
Institucional
11 Julho 2019
Alunos da FGV são finalistas na categoria startup do prêmio Empreenda Santander 2019

A Fundação Getulio Vargas é destaque no Programa Empreenda Santander 2019. Três dos 10 finalistas são alunos da FGV: André Abreu (BossaBox), Rafael Belmonte (Netshow.me) e Rafael Mello de Miranda (Origens – Roupas com Alma) já ganharam até seis meses de mentoria Endeavor, e agora passarão por um treinamento e por uma banca que definirá o grande vencedor, que receberá R$ 100 mil para investir no seu negócio, além de bolsas de estudo para até cinco sócios na Babson College (EUA).

“A FGV ter 30% dos finalistas da categoria startup do Empreenda Santander 2019 é um excelente resultado. Aproveitamos a oportunidade para parabenizar André Abreu, Rafael Belmonte e Rafael Mello de Miranda, seus professores, Escolas e todos os que fazem a academia FGV, pelo excelente resultado”, exalta o Pró-Reitor de Ensino, Pesquisa e Pós-graduação da FGV, professor Antonio Freitas.

Aluno da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), André explica que a ideia da BossaBox surgiu da inquietude dos sócios com relação ao atual estado em que o desenvolvimento de novas tecnologias se encontra. Ele destaca que sua motivação sempre foi impactar positivamente o mundo e que propósito é empoderar pessoas que querem promover transformações. A partir das soluções oferecidas pela empresa, a expectativa é que esses agentes da transformação tenham seus ativos alavancados e consigam promover mudanças significativas no mundo, no seu entorno e em si mesmos.

“O mundo está passando por uma transformação digital que está habilitando que novas soluções para velhos problemas apareçam e elevem o bem-estar da sociedade. Contudo, 71% dos projetos de tecnologia falham (CHAOS Report). A ideia da Bossa surgiu de uma imaginação: se o mundo está progredindo do jeito que está, sendo que 71% dos projetos de tecnologia falham, imagina quão melhor estaríamos se conseguíssemos zerar esse número?”, explica André.

Também aluno da FGV EAESP, Rafael Belmonte conta que a Netshow.me surgiu em sala de aula, em 2011, em uma conversa com outro aluno da Escola, Daniel Arcoverde. A ideia saiu do papel, virou tema de Trabalho de Conclusão de Curso e foi materializada três anos depois após uma jornada no mercado financeiro, em um fundo de investimento em private equity. A empresa, especializada em entregar soluções completas de vídeo online e transmissões ao vivo, auxilia empresas e produtores de conteúdo profissionais a criarem e suportarem seus negócios através de soluções completas de vídeo online e transmissão ao vivo.

“A ideia surgiu após estudarmos as plataformas de live streaming americanas. No Brasil, em 2013, havia uma ascensão enorme no consumo de conteúdos ao vivo. Endereçamos nossa tecnologia em um primeiro momento para o mercado musical e em 2016 atualizamos para o corporativo, onde crescemos mais de 23 vezes”, destaca.

Já Rafael Mello de Miranda foi aluno do MBA em Gestão Empresarial e é diretor fundador da Origens, uma grife de roupas casuais que tem como essência a brasilidade e busca a excelência em trazer uma identidade única para o jeito de ser, agir e vestir de seus clientes.

Segundo os finalistas, o incentivo ao empreendedorismo é uma das marcas da FGV como instituição de ensino e um diferencial importante para quem busca criar soluções inovadoras e criativas. Rafael Belmonte destaca, por exemplo, a quantidade de matérias voltadas ao empreendedorismo. Na FGV, ele também encontrou o suporte necessário para criar projetos como o GVentures e o GVangels, ambos voltados para o fomento do empreendedorismo dentro do ambiente universitário e que propiciou o nascimento de outra finalista do prêmio Santander.

“A GVentures, aceleradora de startups da FGV, foi o lugar onde a BossaBox efetivamente nasceu. Somos da primeira turma, do primeiro batch, e hoje somos uma das maiores startups formadas na FGV nos últimos anos. Tenho certeza que muito disso veio justamente do próprio surgimento da GVentures. Inclusive, um agradecimento ao Rafael Belmonte, nosso primeiro mentor, e que hoje está conosco no Empreenda Santander”, destaca André.

O fundador da BossaBox relembra ainda sua trajetória dentro da instituição. Ele destaca que, além da excelência do curso de graduação e da oportunidade de fazer sua empresa dar os primeiros passos por meio da iniciativa GVventures, estudar na FGV o proporcionou um excelente networking.

“A FGV é um dos maiores orgulhos que eu tenho na minha vida. Estudei muito, fui aprovado em 1º lugar no Vestibular e consegui bolsa integral mérito. Nunca me vi estudando em nenhum outro lugar. Sou eternamente grato pela faculdade e quero seguir próximo da instituição. Minha história com a FGV ainda vai longe. No futuro, vou ajudar bastante a faculdade com o sucesso profissional que espero ter alcançado. Admiro a Fundação pela seriedade, pela capacidade de inovação para continuamente estar liderando o ensino superior brasileiro”, finaliza.