Clima econômico piora na América Latina, aponta indicador Ifo/FGV

No grupo de países latinos pesquisados pela Sondagem da América Latina, o clima econômico apresentou melhora na Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. No entanto, apenas Paraguai e Peru registraram indicadores na zona favorável. No Brasil, o ICE continua no patamar desfavorável.
Institucional
12 Fevereiro 2015

O indicador Ifo/FGV de Clima Econômico da América Latina (ICE) - elaborado em parceria entre o Instituto alemão Ifo e o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), tendo como fonte de dados a Ifo World Economic Survey (WES) ? apresentou queda de 6,3%.Este recuo é consequência da piora tanto das avaliações em relação ao estado atual dos negócios quanto das expectativas em relação aos meses seguintes. Todos os indicadores se encontram na zona desfavorável do ciclo e a piora generalizada sinaliza avanço na deterioração do clima econômico. O Indicador da Situação Atual (ISA) caiu 9,4% e o Indicador de Expectativas (IE) recuou 4,2%.Diferente da América Latina, o clima econômico mundial registrou uma pequena melhora, ao passar de 105 pontos - em outubro de 2014 - para 106 pontos - em janeiro de 2015. A relativa estabilidade do resultado mundial reflete duas tendências opostas:- Nos Estados Unidos, após interrupção da trajetória de alta em outubro de 2014, o ICE voltou a crescer (8,3%).- Na União Europeia, o anúncio do Banco Central Europeu sobre uma política monetária expansionista (quantitative easing, QE) fez com que todos os indicadores melhorassem, levando o ICE a avançar de 104 pontos para 113 pontos.Em contrapartida, a China, segunda maior economia mundial, registrou queda no ICE puxada pela piora nas expectativas. Entre os BRICS, a Rússia lidera o ranking do pior ICE.No grupo de países latinos pesquisados pela Sondagem da América Latina, o clima econômico apresentou melhora na Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. No entanto, apenas Paraguai e Peru registraram indicadores na zona favorável. No Brasil, o ICE continua no patamar desfavorável.Para mais informações, acesse o site do Ibre.

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