Confiança na indústria mostra-se instável, aponta IBRE

O superintendente adjunto de Ciclos Econômicos do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (IBRE), Aloísio Campelo, acredita que 2013 não deve ser melhor do que o ano passado para os industriais por três motivos: incertezas econômicas internas e externas; adoção e retirada de medidas de estímulos à indústria por parte do governo federal, como desonerações tributárias de alguns segmentos e a oferta de empréstimos subsidiados pelo BNDES; e, por último, a alta inflacionária que diminui a margem de lucro do empresariado, que não pode repassar todo seu custo para o consumidor em um curto intervalo de tempo. Segundo Campelo, ?a confiança da indústria tem se mostrado mais volátil do que de costume, acompanhando o cenário da evolução industrial. Para o segundo semestre, depois dessa queda da produção, espera-se moderação no ritmo de crescimento. Nada muito brilhante, algo em torno dos 2,5% que tem sido visto nos últimos anos. O empresário não está tão confiante?. A queda de 2% da produção industrial brasileira anunciada na última terça-feira, 2 de julho, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirma a tendência que vinha sendo sinalizada desde fevereiro pelos Índices de Confiança da Indústria, do IBRE.
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