Direito SP recebe inscrições para programas de pós-graduação em direito societário e empresarial

O GVlaw também recebe inscrições para a pós em Direito Empresarial. Com turmas aos sábados, o programa oferece formação para proporcionar ao profissional uma formação ampla e atuar com desenvoltura na advocacia empresarial.
Direito
18 Julho 2017
Direito SP recebe inscrições para programas de pós-graduação em direito societário e empresarial

O Programa de Pós-Graduação Lato Sensu (GVlaw) da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (Direito SP) recebe inscrições para seus programas de pós-graduação em direito societário e em direito empresarial.

Segundo Renato Vilela, professor de Direito Societário, a atividade empresarial depende da construção precisa e técnica dos seus instrumentos contratuais, a fim de disciplinar o relacionamento entre os sócios e os investidores do negócio.  “A pós-graduação em direito societário do GVlaw oferece ao aluno o ferramental teórico e prático para que ele trabalhe com as necessidades e inovações mais recentes da área, colaborando para que exerça advocacia de ponta”, complementa.

O GVlaw também recebe inscrições para a pós em Direito Empresarial. Com turmas aos sábados, o programa oferece formação para proporcionar ao profissional uma formação ampla e atuar com desenvoltura na advocacia empresarial.

Para Daniel Levy, professor do curso, em um cenário de instabilidade político-econômica, os instrumentos que reforçam a segurança jurídica das relações comerciais nunca tiveram tanta importância. A informalidade do comércio, fundada em uma confiança que não existe mais de forma tão patente, é substituída por contratos empresariais cada vez mais elaborados, à luz de uma doutrina e de uma jurisprudência que hoje tem se tornado mais importante que os respectivos códigos e leis.

“Nunca na história do direito, o contrato foi uma pedra tão fundamental nas modernas construções econômicas, fruto da criatividade de empresários, em operações cada vez mais complexas. Dos contratos de swap, built-to-suit, coligados, eletrônicos ou agrários, de economia compartilhada ou redes sociais, todos trouxeram novas regras que apenas o estudo adequado de suas concepções por juízes e árbitros permite traçar uma doutrina. Mais do que nunca, o fato econômico chega antes do fato jurídico, e caberá aos futuros estudantes da área entender quais são as demandas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos para enquadrar essas novas relações”, complementa.

Para mais informações sobre os cursos, acesse o site.