Diretor da FGV/EPGE fala sobre desempenho da Escola na Folha Dirigida

?Como se faz para se ter uma boa escola? A resposta mais imediata para isso é: atraia os talentos?. É o que afirma o diretor da FGV/EPGE - Escola Brasileira de Economia e Finanças, Rubens Penha Cysne, em entrevista exclusiva para o caderno de Educação do jornal Folha Dirigida. Em matéria publicada hoje, o jornal destaca o desempenho da Escola no Índice Geral de Cursos do Ministério da Educação (IGC/MEC) por seis anos consecutivos, e conversa com o professor sobre os segredos do sucesso da instituição.Na avaliação divulgada neste ano, a FGV/EPGE ficou com o índice 4,84 ? primeiro lugar do Rio de Janeiro e segundo do país, atrás apenas da Escola de Economia de São Paulo (FGV/EESP). E desde 2007, está sempre entre os primeiros lugares nacionais. ?Ter uma instituição sólida e bem definida é muito importante para atrair os talentos, tanto para o corpo discente, quanto para o corpo docente. Há outros elementos importantes para uma escola de pós-graduação também, como a administração do dia-a-dia: regras estáveis, atrair bons alunos, fazer muitas entrevistas com colégios de excelência no rio de Janeiro?, explica Cysne.O professor ressalta os incentivos da Escola para atrair e motivar os melhores estudantes. ?Fazemos um processo de seleção que concede várias bolsas, várias facilidades financeiras, não para todos, infelizmente, mas para os melhores. Temos uma espécie de créditos educacionais que eles podem pagar posteriormente?. Ele lembra que é preciso dar algum tipo de facilidade para atrair aqueles que passaram para uma universidade pública. ?Quando você deixa essa variável financeira em segundo plano, você tem mais liberdade para agir a atrair os bons alunos?.Rubens Penha Cysne fala ainda sobre os diferenciais da estrutura física e acadêmica da Escola, que incluem, por exemplo, salas de estudo com computadores, wi-fi, equipe de apoio pedagógico, além de professores que dão aulas tanto na pós-graduação (nos programas de Mestrado, Doutorado e Mestrado Profissional), quanto na graduação. O foco, ainda de acordo com Cysne, é a produção científica dos docentes. ?Nosso corpo docente tem sempre esse compromisso de estar pesquisando?, destaca.Outro dos aspectos citados como fundamentais é a internacionalização da FGV/EPGE. ?Nós acabamos de contratar um professor português e um argentino. Vamos agora no mercado, na Filadélfia, fazer novas contratações. Vamos fazer várias entrevistas com professores de outros países. Estamos em um processo de disseminação de informações sobre a escola para potenciais alunos, de outros países?, conta Cysne, que comenta os objetivos de longo prazo de universidades americanas e alemãs de excelência.Clique aqui e saiba mais sobre a FGV/EPGE - Escola Brasileira de Economia e Finanças.
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