Diretor da Rede Management fala sobre desafios da educação executiva no país

Auxiliar no atendimento à crescente demanda por mão de obra qualificada no Brasil e expandir a atuação nacional e internacional da Rede Management. De acordo com o professor Mario Pinto ? que assumiu a direção da unidade no início deste ano ? estes são os principais desafios a enfrentar nos próximos anos. ?Desafios são também oportunidades. Tudo depende da maneira como vamos nos posicionar?, revela. Mario vê nesse cenário um reflexo de mudanças complexas pelas quais o país e os modelos educacionais passam. ?A demanda por educação no Brasil aumentou em termos de quantidade e de qualidade?, explica, lembrando os grandes eventos que o Brasil realizará e a necessidade de profissionais qualificados fora do eixo Rio-São Paulo. ?Por exemplo, o Rio de Janeiro é o maior canteiro de obras do Brasil e isso se reflete na grande procura pelo MBA em Gerenciamento de Projetos na cidade. No entanto, esse fenômeno é nacional e pode ser verificado nos núcleos de São Paulo, Brasília e na Rede Conveniada, o que demonstra que o Brasil não é só litoral. O país precisa cada vez mais de trabalhadores especializados no interior, principalmente em regiões cujo desenvolvimento econômico ocorreu de forma muito rápida, deixando lacunas no que se refere à capacitação da população local?, esclarece. O professor também chama a atenção para o fato de que contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil é a missão da FGV. A chegada de players internacionais ao país torna ainda mais urgente a necessidade de se repensar e reformular modelos de negócios. ?São novas formas de pensar o mercado, os alunos, concorrentes, públicos-alvo. Além disso, notamos que a linha que diferenciava cursos presenciais e online é cada vez mais tênue e há cada vez mais cursos gratuitos. Não sabemos exatamente como tudo irá se desenrolar, mas podemos contar com algumas vantagens competitivas da FGV, tais como força da marca, a excelência de seu corpo docente, sua capilaridade nacional e inserção crescente no mercado internacional?, afirma. O professor ressalta ainda que a internacionalização é uma via de mão-dupla. ?Esse é o outro lado da moeda. Também somos players internacionais. Temos parceria com instituições nos Estados Unidos, Ásia e Europa. Realizamos cursos na África e América Latina. Ou seja, recebemos novos players no Brasil, mas disputamos o mercado alheio?. Mario ainda acredita que, por não ser mais tão tranquilo, o contexto exige cautela e planejamento ? o que não pode ser confundido com morosidade. ?É tempo de ação?, diz. E completa: ?nada será como antes?.
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