Escola de Economia da FGV em São Paulo inova ao adotar modelo pedagógico colaborativo

Institucional
13 Setembro 2013

Lidar com problemas reais, casos, situações específicas e desenvolver projetos para entender a teoria e os modelos econômicos. Assim é o ?Método de Aprendizado Baseado na Solução de Problemas e Desenvolvimento de Projetos?, ou PBL (sigla em inglês para Problem Based Learning ou Project Based Learning), novo modelo pedagógico que a Escola de Economia da FGV em São Paulo (EESP) começou a utilizar na graduação neste semestre.?O PBL é um método que promove o aprendizado construtivo dos alunos, baseando-se nos conhecimentos que eles já possuem, na discussão cooperativa e colaborativa entre eles e no estudo em grupo?, explica a coordenadora do curso de graduação da EESP, Mayra Ivanoff Lora,  destacando que o modelo exige a participação dos alunos no processo de aprendizagem.  ?O PBL desenvolve nos alunos a habilidade de ?aprender a aprender?, além de estimular outras, tais como liderança, comunicação, gerenciamento do tempo e negociação?, exemplifica.Outra vantagem do método ? surgido em escolas de Medicina e aprimorado pelas universidades de Maastricht (Holanda) e Aalborg (Dinamarca), que o adotam integralmente ? é possibilitar que os alunos estejam com a matéria sempre em dia. ?O PBL incentiva os alunos a manterem o conteúdo atualizado, minimizando o estudo pouco efetivo feito apenas às vésperas de provas?, ressalta a professora.Mayra conta ainda que o PBL foi adaptado para o ensino de Economia. ?A adaptação acontece para qualquer curso ou mesmo disciplina, mas é um método que tem flexibilidade para isso. No nosso caso, os alunos aprendem a identificar problemas e a traduzi-los em perguntas  para então serem capazes de resolvê-los com modelos e teorias fornecidos pela Ciência Econômica?, esclarece.Os alunos que ingressaram em 2013 já começam com o currículo novo, reformatado para o PBL. Já os estudantes que entraram na EESP antes desta mudança continuam com o método tradicional. ?A única ?intersecção? entre os dois currículos ocorreu para a turma de ingressantes de 2012 que fez três disciplinas-piloto no PBL, apesar do currículo ser tradicional?, lembra Mayra.Clique e saiba mais sobre a adoção do PBL na EESP.