Especialistas debatem ativos e perspectivas do Mercado de Arte
Economia
09 Maio 2018

Especialistas debatem ativos e perspectivas do Mercado de Arte

O mercado global de artes movimenta US$ 61 bilhões ao redor do mundo, cresceu 15% no ano passado, emprega 360 mil pessoas e está passando por importantes transformações em seu modelo de negócios, principalmente no que se refere ao aumento da influência da tecnologia e também no aumento do papel das casas de leilão e das feiras de arte sobre as galerias.

O mercado de arte intriga e desperta a curiosidade de indivíduos de diferentes interesses e campos de estudo. Para debater o tema, o Centro de Estudos de Investimentos (FGVInvest) da Escola de Economia de São Paulo (FGV EESP) realiza, no dia 10 de maio, o evento “Mercado de Arte: ativos e perspectivas”. O encontro será realizado no Salão Nobre FGV 9 de Julho (Rua Itapeva, 432 – 4º andar. Bela Vista, São Paulo/SP).

Aliando a perspectiva de mercado à do colecionador, o evento tem como objetivo traçar um breve panorama do mercado de arte no Brasil, colocar em pauta suas particularidades, expandir acerca de perspectivas e abordar as formas pelas quais podemos nos inserir neste universo.

O assunto será abordado por João Carlos de Figueiredo Ferraz, colecionador, presidente da Fundação Bienal e fundador e presidente do Instituto Figueiredo Ferraz; e Aloisio Cravo, leiloeiro oficial em São Paulo com mais de 35 anos de experiência no mercado de arte brasileiro. Rafael Cravo, da FGVInvest, será o mediador.

Segundo o professor Paulo Tenani, coordenador do FGVInvest, o mercado global de artes movimenta US$ 61 bilhões ao redor do mundo, cresceu 15% no ano passado, emprega 360 mil pessoas e está passando por importantes transformações em seu modelo de negócios, principalmente no que se refere ao aumento da influência da tecnologia e também no aumento do papel das casas de leilão e das feiras de arte sobre as galerias.

“O mercado de arte se tornou tão atrativo que vem despertando a curiosidade de diversos centros de estudos de importantes Escolas de Economia ao redor do mundo”, explica Tenani. A própria FGV mantém um grupo de estudos, que se reúne desde 2016 a cada 15 dias para debater os rumos do mercado.

Para mais informações e inscrições, acesse o site.