Executivo avalia gestão pública de saúde

Antonio José Rodrigues Pereira, superintendente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), defende uma quebra de paradigmas no maior complexo hospitalar da América Latina, diante do esforço seu e de seus colegas em integrar administração e medicina, por meio de planejamento, eventos focados na qualidade do serviço prestado, um novo sistema de informações e parcerias com empresas privadas.
Administração
26 Outubro 2017
Executivo avalia gestão pública de saúde

Se a gestão dos hospitais públicos não melhorar, o sistema de saúde brasileiro vai sucumbir. O diagnóstico é do engenheiro Antonio José Rodrigues Pereira, superintendente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP). O profissional é um dos destaques da revista GV-Executivo, da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP), que em sua última edição se dedica a traçar um diagnóstico da gestão da saúde no Brasil.

Desde 2004 na função, Antonio defende uma quebra de paradigmas no maior complexo hospitalar da América Latina, diante do esforço seu e de seus colegas em integrar administração e medicina, por meio de planejamento, eventos focados na qualidade do serviço prestado, um novo sistema de informações e parcerias com empresas privadas.

Com relação à saúde no Brasil, Antonio acredita que o principal problema é a falta de tecnologia, informação e conhecimento, o que permitiria decisões mais estratégicas, principalmente no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ele, saber as necessidades de cada hospital – desde o número de luvas utilizadas até a demanda por leitos – é fundamental para que o SUS seja de fato integrado e os pacientes possam ser distribuídos adequadamente.

“Acho o SUS perfeito, mas precisamos de informação e conhecimento para tomar decisões corretas. É isso que falta”, disse. 

Além disso, Antonio falou sobre sua trajetória profissional; ressaltou a importância de o sistema público trabalhar em sincronia com o privado, interagindo e realizando parcerias com empresas; e também sobre as perspectivas da saúde no Brasil para os próximos anos.

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