Com exposição ‘Draw Me a Flag’, FGV integra roteiro da Bienalsur

A instalação consiste em 31 bandeiras, desenhadas por artistas de diversos lugares, que não representam países, mas apenas e simplesmente identidades visuais para um mundo sem fronteiras.
Institucional
17 Julho 2019
Com exposição ‘Draw Me a Flag’, FGV integra roteiro da Bienalsur

A Fundação Getulio Vargas abre espaço em sua sede, no Rio de Janeiro (Praia de Botafogo, 190. Botafogo), a partir do próximo dia 17 de julho para mais uma edição da BIENALSUR. O evento cultural de arte contemporânea mais conhecido da América do Sul apresenta a obra Draw Me a Flag, uma mostra da Fondation Cartier pour l'art contemporain Paris, sobre uma ideia de Christian Boltanski.

A instalação consiste em 31 bandeiras, desenhadas por artistas de diversos lugares, que não representam países, mas apenas e simplesmente identidades visuais para um mundo sem fronteiras. A obra chega ao Brasil com o apoio da Embaixada da França e do Institut Français d'Argentine.

A FGV mais uma vez faz parte do projeto, que tem como objetivo unir artistas de todos os continentes, com exposições distribuídas, simultaneamente, por diversos lugares do mundo. A realização da 2ª edição da Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul no espaço da FGV está inserida na missão da instituição de, entre suas muitas outras atividades, contribuir para o desenvolvimento da cultura no Brasil, assim como promover eventos culturais que projetem a cidade do Rio de Janeiro e o país no exterior.

A obra em exposição alcança o KM 2486 de sua singular cartografia, que se estende ao redor do mundo até o mês de novembro com exposições de 400 artistas, em mais de 100 sedes – as quais trabalham de forma conjunta e colaborativa – em 43 cidades de 20 países, todas com entradas gratuitas.

Segundo Anibal Jozami, diretor geral da Bienalsur, a mostra tenta, por meio da arte e da cultura, fomentar o diálogo e a integração entre os povos e, também, impregnar as correntes do Norte com novos conteúdos. É um projeto que nasce da interdisciplinaridade entre os estudos de relações internacionais e a teoria e história da arte.

“A Fundação Getulio Vargas aderiu, desde o início, a esta iniciativa e se integrou, juntamente com outras universidades internacionais de primeiro nível, à rede acadêmica Bienalsur. Nesta segunda edição, a FGV recebe o projeto Draw Me a Flag, que é uma tentativa de eliminar as fronteiras e aproximar os povos por meio da arte. Para nós que criamos a Bienalsur, é um privilégio contar com a adesão de uma das mais prestigiosas entidades da América Latina” destaca Jozami, que também é reitor da Universidad Nacional de Tres de Febrero (UNTREF), em Buenos Aires.

A FGV expõe as bandeiras criadas pelos seguintes artistas:

  • - Alessandro Mendini, Itália;
  • - Anna Mariani, Brasil;
  • - Bernard Piffaretti, França;
  • - Beatriz Milhazes, Brasil;
  • - Charwei Tsai, Taiwan;
  • - Claudia Andujar, Brasil;
  • - Clemente Juliuz, Paraguai;
  • - Davi Kopenawa, Brasil;
  • - Didier Marcel, França;
  • - Fei Dawei, China;
  • - Franck Scurti, França;
  • - Gao Shan, China;
  • - Hélène Delprat, França;
  • - Hu Liu, China;
  • - Hugues Reip, França; Irã, Brasil;
  • - Jean-Baptiste Bruant, França;
  • - Joseca, Paraguai;
  • - Leslie Wayne, Alemanha;
  • - Macha Makeieff, França;
  • - Marc Couturier, França;
  • - Marc Newson, Austrália;
  • - Marie Darrieussecq, França;
  • - Michel Temman, França;
  • - Moebius, França;
  • - Monique Frydman, França;
  • - Nobuyoshi Araki, Japão;
  • - Osvaldo Pitoe, Paraguai;
  • - Rinko Kawauchi, Japão;
  • - Roland Lehoucq, França;
  • - Tim Hawkinson, Estados Unidos.