Institucional

FGV é única instituição privada de ensino do Brasil listada em ranking das melhores do mundo em empregabilidade

Valorização de competências gerenciais e analíticas de seus cursos contribuíram para o resultado

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Bandeira da FGV tremulando na sede da EAESP

A Fundação Getulio Vargas é uma das três instituições brasileiras de ensino que estão listadas entre as 250 melhores do mundo em empregabilidade. Única privada do grupo, a FGV ocupa a 215ª posição, devido à valorização das competências gerenciais e analíticas em seus cursos, segundo relatório do Global Employability University Ranking and Survey (GEURS 250), produzido pela consultoria francesa Emerging e publicado pelo Times Higher Education (THE). USP e Unicamp são as outras instituições brasileiras ranqueadas, respectivamente na 80ª e 239ª posições.

A 15ª edição do GEURS 250 marca uma virada na concepção do ranking, pois inclui no time das melhores apenas aquelas cujos resultados de empregabilidade são comprovados. A listagem foi fruto de quase 120 mil votos de 12.350 gestores operacionais de 32 países que recrutam em nível internacional. 

Três aspectos foram considerados como prioritários para a escolha das instituições: as competências operacionais dos graduados; a expertise profissional; e a internacionalização. O desempenho acadêmico, outro ponto avaliado, continua sendo a base, mas já não gera impulso por si só. O impacto social e a liderança são marcadores que avançam, enquanto a especialização se redefine: fora da tecnologia/engenharia, seu peso diminui, dando espaço para as microcertificações e formações dentro da empresa.

De acordo com o relatório da GEURS 250, que acaba de ser divulgado, o desafio do Brasil é a adequação entre formação e emprego, uma vez que apenas 12% dos seus graduados conseguem exercer função compatível com sua formação universitária. “Apesar de seu peso econômico e demográfico, o Brasil continua amplamente sub representado (no ranking)”, menciona a Emerging. Na avaliação da consultoria francesa, o país “dispõe de potencial considerável para reforçar a empregabilidade de seus graduados e tornar-se um polo acadêmico regional de referência – desde que alinhe seu sistema educacional às reais expectativas do mercado de trabalho e da comunidade internacional.”