FGV IBRE realiza seminário de olho no futuro da economia

Armando Castelar, coordenador da Economia Aplicada do FGV IBRE; Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro IBRE; e José Júlio Senna, chefe do Centro de Estudos Monetários do FGV IBRE – mediados pela colunista Adriana Fernandes, do jornal O Estado de S. Paulo – irão analisar o atual contexto e estatísticas macroeconômicas
Economia
23 Setembro 2020
FGV IBRE realiza seminário de olho no futuro da economia

O PIB do 2º trimestre divulgado pelo IBGE caiu menos do que o mercado esperava. Os indicadores de confiança vêm se recuperando e há outros indícios de que o pior período para a economia brasileira ficou para trás. Assim como em outros países, o FMI divulgou projeções menos pessimistas para o PIB. Mas como a economia irá reagir nos próximos meses e no ano que vem? Os especialistas do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) tentarão traçar um panorama da economia no III Seminário de Análise Conjuntural. O evento será realizado no dia 28 de setembro, das 10h às 11h30, e será transmitido ao vivo pelos canais da FGV no YouTube e no LinkedIn.

Armando Castelar, coordenador da Economia Aplicada do FGV IBRE; Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro IBRE; e José Júlio Senna, chefe do Centro de Estudos Monetários do FGV IBRE – mediados pela colunista Adriana Fernandes, do jornal O Estado de S. Paulo – irão analisar o atual contexto e estatísticas macroeconômicas.

Com dados mais otimistas relacionados à Covid-19 – número de mortes e de casos reduzindo e novos tratamentos – os estados ampliam a flexibilização do isolamento social e mais atividades são retomadas. Entretanto, o que ainda há são dúvidas sobre a continuidade da redução desses números e de uma possível segunda onda. 

Os especialistas vão analisar também outros fatores no Brasil que se somam à incerteza sobre a questão sanitária – o governo, que injetou bilhões por mês na economia por meio de estímulos fiscais, o que segurou a queda mais forte do PIB, não tem fôlego para manter o mesmo nível de incentivos. A taxa Selic, por sua vez, está no menor nível histórico (2%), e o Banco Central manteve o juro nesse patamar na última reunião. Além disso, ainda pairam dúvidas sobre como conter o avanço do déficit fiscal e estimular a economia.

As inscrições podem ser realizadas no site.

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