FGV promove conferências para discutir os desafios do Atlântico

Abertos ao público, os eventos têm como objetivo reunir especialistas internacionais para discutir as mudanças econômicas na região do Atlântico e as novas oportunidades e desafios para o Brasil, União Europeia e outros países.
Economia
19 Março 2018
FGV promove conferências para discutir os desafios do Atlântico

O Núcleo de Prospecção e Inteligência Internacional da Fundação Getulio Vargas (FGV NPII) promove, nos dias 21, 22 e 23 três encontros no âmbito do Projeto Jean Monnet Network on Atlantic Studies. Abertos ao público, os eventos têm como objetivo reunir especialistas internacionais para discutir as mudanças econômicas na região do Atlântico e as novas oportunidades e desafios para o Brasil, União Europeia e outros países.

No dia 21, será realizado um Evento voltado para o público estudantil com o propósito de analisar “Como as mudanças econômicas, energéticas e de segurança-humana estão transformando o espaço do Atlântico?”. Especialistas internacionais renomados, advindos de Instituições de Pesquisas parceiras do projeto, distribuídas nos quatro continentes do Atlântico irão coordenar painéis de discussão, que serão divididos de acordo com os temas: Energia, Economia/ Comércio Internacional, Segurança Humana.

O evento fortalecerá os pontos de vista dos estudantes sobre o Atlântico e contribuirá para uma melhor compreensão do papel da UE nesta área, bem como dos vários processos de integração regional na Europa e outros continentes na bacia atlântica.

Nos dias 22 e 23, será realizada a “Conferência de Economia/Comércio Internacional do Jean Monnet Network on Atlantic Studies”.  A Conferência abordará continuidades e mudanças na conectividade comercial em todo o espaço atlântico e oferecerá oportunidades de aprendizado de experiências mútuas com esforços de integração sub-regional, como o Mercado Único da UE.

O evento promete gerar uma maior compreensão das interdependências comerciais e um maior conhecimento da dinâmica comercial mutante entre a UE, Brasil e outros atores representados no Network para moldar o futuro do Atlântico, especialmente por meio de iniciativas conjuntas, tanto em áreas públicas como privadas.