FGV tem novo projeto para organização de acervo acadêmico

Neste ano, a Fundação Getulio Vargas dá início ao Projeto Acervo Acadêmico, que tem o objetivo de manter todos os documentos relativos às suas atividades permanentemente organizados e em condições adequadas de conservação, fácil acesso e pronta consulta.Diante isso, o diretor de Operações Mario Rocha foi nomeado, junto ao Ministério da Educação (MEC), como Depositário do Acervo Acadêmico da FGV, e o gerente da Secretaria de Registros Acadêmicos (SRA) no Rio, Rodrigo Pamplona, como seu adjunto.Pamplona assume, assim, a responsabilidade de organizar todo o acervo documental dos cursos de graduação, MBA, mestrado e doutorado da Fundação, o qual inclui matrículas, projetos pedagógicos, calendários acadêmicos, apostilas, currículos, entre diversos outros registros. Segundo ele, o projeto surgiu em função da portaria do MEC nº 1224, de 18 de dezembro de 2013. ?Isso significa que a FGV precisa ter todos os documentos do curso e da vida acadêmica dos alunos em plenas condições, por determinados períodos de tempo?, explica.O gerente da SRA também afirma que já foi iniciado um trabalho junto à área de Tecnologia da Comunicação e Informação (TIC) da FGV para catalogar e modernizar o acesso aos arquivos, cuja boa parte já se encontra no Núcleo de Documentação da Fundação (NDoc). Pamplona ainda destaca a grandiosidade e o desafio imposto pela atividade, visto que inclui as sedes da FGV no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, além das instituições conveniadas presentes em mais de 90 cidades brasileiras. ?Por meio do IDE (Instituto de Desenvolvimento Educacional), vamos apresentar aos conveniados as novas exigências do MEC e solicitar o levantamento e envio dos documentos, que serão digitalizados e armazenados no NDoc?, ressalta.Clique aqui e saiba mais sobre a história e a memória do Núcleo de Documentação da FGV.
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