Futuro da educação do País em pauta na FGV

Promovido por FGV DIREITO RIO, Avaaz e Mapa do Buraco, o evento deu oportunidade ao público de conhecer melhor e questionar as propostas dos debatedores sobre educação.
Institucional
24 Outubro 2014

Como tapar o buraco da educação no Brasil? Buscar respostas para esta pergunta foi a proposta da sabatina educacional realizada na última terça-feira, dia 21, com o Ministro da Educação, José Henrique Paim, e com a Secretária de Estado do Governo de São Paulo entre 2007 e 2009, Maria Helena Guimarães de Castro. O 8º andar da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV DIREITO RIO) foi tomado pelo público que, assim como os internautas que acompanharam o debate ao vivo pela web, estava ávido para conhecer as propostas dos dois debatedores sobre o tema.Promovido pela FGV DIREITO RIO, pela organização de campanhas online Avaaz e pelo Mapa do Buraco ? manifesto iniciado por um grupo de estudantes brasileiros ?, o evento deu oportunidade ao público de conhecer melhor e questionar as propostas dos debatedores sobre educação. Coube ao coordenador do Centro de Justiça e Sociedade e integrante do Mapa do Buraco, Daniel Vargas, o primeiro questionamento.O professor perguntou por que há, no País, cidades que conseguem atingir níveis de excelência no ensino público, enquanto municípios vizinhos, com orçamentos e realidades semelhantes, não conseguem ter o mesmo êxito. Nas palavras de Daniel Vargas, ?é como se existisse no Brasil ilhas de excelência em um oceano de atraso?.Ao responder essa pergunta, Maria Helena ressaltou que um dos grandes problemas da educação no Brasil é o compartilhamento de responsabilidades entre municípios, estados e União e a falta de uma base curricular unificada. ?Se o aluno sai da rede municipal e vai para a estadual, ele encontra um currículo diferente, o que dificulta o aprendizado?.Já o Ministro Paim destacou os esforços do Ministério da Educação para que a estrutura centralizada funcione corretamente e que a pasta tem trabalhado na padronização da base curricular, para que ela seja comum em todo país, respeitando, porém, as particularidades de cada região.Os outros mediadores ? professor Joaquim Falcão, diretor da FGV DIREITO RIO, e Michael Mohallem, professor da Escola e Diretor de Campanhas da AVAAZ ?, além do público presente e das participações via internet, enriqueceram o debate com questionamentos pertinentes, que contribuíram para que a audiência do debate pudesse verificar as propostas e diferenças entre os dois debatedores.

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