?Gestão, Marketing e Direito no Esporte? recebe diretor de marketing da IMG Argentina

Institucional
23 Maio 2013

Uma palestra do diretor comercial e de marketing do braço argentino da IMG (empresa líder mundial no ramo de entretenimento e marketing esportivo), Guillermo Ricaldoni, marcou o início da terceira turma do curso ?Gestão, Marketing e Direito no Esporte FGV-FIFA-CIES?, no dia 18 de maio, em São Paulo.  Em sua apresentação para 80 alunos, o executivo abordou questões relativas ao patrocínio esportivo e ao uso dos esportes como plataforma de construção de marcas e de posicionamento de mercado, além da integração de fãs de esporte à massa crítica de consumidores das empresas patrocinadoras de eventos e times. No dia anterior, Ricaldoni falou a uma plateia de profissionais interessados no curso da FGV.O marketing esportivo, por meio dos patrocínios, é uma ferramenta das mais poderosas. Os resultados, muitas vezes, não podem ser medidos objetivamente em números, como vendas, mas sim em quantidade de público, target e posicionamento. O marketing esportivo gera uma paixão pelas marcas, de tal forma que elas se convertem em ativos estratégicos. A possibilidade do público ? e potencial consumidor ? viver experiências singulares por meio do esporte é algo que não se pode comparar e torna o patrocínio esportivo uma vantagem diferencial única, explicou Ricaldoni.  Veja, a seguir, trechos da entrevista com o diretor comercial e de marketing da IMG Argentina:  Como as ligas, associações e atletas de esportes amadores podem chamar a atenção de grandes empresas e se beneficiarem dos patrocínios esportivos? De múltiplas formas. Mas, isso sempre dependerá de fatores tão diferentes como o público e seu nível socioeconômico, a cidade, o país e a região daquele esporte amador específico; além disso, depende também da modalidade ? se é individual ou por equipes, se é um esporte tradicional ou moderno, masculino ou feminino etc. Porém, o melhor sempre é buscar algum especialista ou uma agência de marketing esportivo, porque ambos sabem como funciona o mercado de marcas. Outra opção é unir-se a uma associação de atletas. Porém, o importante é trabalhar de forma profissional e planejada também com os patrocínios, da mesma forma como se trabalha no esporte.  Como o senhor vê o Brasil como sede da Copa e dos Jogos Olímpicos? Não há muito a acrescentar (ao que já foi dito): em um intervalo de dois anos, o Brasil receberá os dois eventos esportivos de maior transcendência, difusão e relevância mundial. E o fará muito bem, não tenho dúvidas. Estou realmente confiante de que será uma grande Copa do Mundo, na terra dos maiores ganhadores da história das Copas, somado à paixão do público brasileiro, e uma Olimpíada excelente, com todos os atrativos naturais e turísticos que o Rio de Janeiro tem, uma das cidades mais amadas do mundo. Não vejo a hora de chegarem logo os dois eventos.E o que senhor acha da parceria da FGV com a FIFA e o CIES, considerando-se o cenário favorável para a gestão esportiva no Brasil? Creio que é uma oportunidade excelente. Porém, não é oportuna apenas por causa da Copa do Mundo e das Olimpíadas, mas também porque existe um grande potencial nos esportes e na gestão esportiva no Brasil, com toda a história que o país tem. Só de pensar em sua seleção de futebol, no futebol de areia, no vôlei, na Fórmula-1... Há muita história e há muito presente e, com certeza, (há) muito futuro nos esportes no Brasil. A Fundação Getulio Vargas, por meio do FGV Online, é uma excelente parceira da rede de universidades do CIES-FIFA, tanto no nível acadêmico quanto na infraestrutura e no número de alunos, como pude comprovar. Felicitações a vocês e ao CIES por contar com a FGV.