Novo Boletim Macro do IBRE analisa nível de atividade no país

Institucional
19 Setembro 2013

Sensíveis às últimas informações disponíveis, os analistas do desempenho do nível de atividade no Brasil apressaram-se em rever suas projeções para o crescimento do PIB em 2013 tão logo o IBGE divulgou os resultados relativos ao segundo trimestre do ano, e a equipe do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (FGV/IBRE) não fugiu à regra.De fato, com o crescimento de 1,5% no segundo trimestre e a leve revisão para cima nos resultados do primeiro trimestre, o efeito de carregamento estatístico para o segundo semestre é de 2,5%. Muito da perda de confiança para o curto prazo registrada nos indicadores até então disponíveis ? devido à resistência da inflação, lento crescimento da indústria, infraestrutura deficiente, juros em alta e renda do trabalho com aumentos reais cada vez menores ? pareceu ter ficado esquecida.Passada a euforia que se seguiu à divulgação do PIB do segundo trimestre, os analistas voltaram a perceber que a incerteza e a falta de previsibilidade continuam escondendo sinais mais duradouros de uma recuperação que, na visão de alguns observadores, teria começado ainda no primeiro semestre deste ano.No entanto, mesmo com uma a previsão de queda de 0,4% para o PIB neste terceiro trimestre, para o ano fechado a previsão é de crescimento de 2,5% ? o que representa forte aceleração frente aos 0,9% de 2012.Para saber mais sobre as previsões sobre o nível de atividade, acesse o Boletim Macro do IBRE ? que partir deste mês passa a contar bimestralmente com a seção Observatório Político

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