Novo Boletim Macro do IBRE analisa nível de atividade no país

Sensíveis às últimas informações disponíveis, os analistas do desempenho do nível de atividade no Brasil apressaram-se em rever suas projeções para o crescimento do PIB em 2013 tão logo o IBGE divulgou os resultados relativos ao segundo trimestre do ano, e a equipe do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (FGV/IBRE) não fugiu à regra.De fato, com o crescimento de 1,5% no segundo trimestre e a leve revisão para cima nos resultados do primeiro trimestre, o efeito de carregamento estatístico para o segundo semestre é de 2,5%. Muito da perda de confiança para o curto prazo registrada nos indicadores até então disponíveis ? devido à resistência da inflação, lento crescimento da indústria, infraestrutura deficiente, juros em alta e renda do trabalho com aumentos reais cada vez menores ? pareceu ter ficado esquecida.Passada a euforia que se seguiu à divulgação do PIB do segundo trimestre, os analistas voltaram a perceber que a incerteza e a falta de previsibilidade continuam escondendo sinais mais duradouros de uma recuperação que, na visão de alguns observadores, teria começado ainda no primeiro semestre deste ano.No entanto, mesmo com uma a previsão de queda de 0,4% para o PIB neste terceiro trimestre, para o ano fechado a previsão é de crescimento de 2,5% ? o que representa forte aceleração frente aos 0,9% de 2012.Para saber mais sobre as previsões sobre o nível de atividade, acesse o Boletim Macro do IBRE ? que partir deste mês passa a contar bimestralmente com a seção Observatório Político
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