Seminário debate perspectivas econômicas para primeiro trimestre de 2020

O FGV IBRE irá divulgar sua projeção para o PIB deste ano. Os participantes irão falar sobre os sinais de moderada recuperação que o Brasil apresenta em 2020, com cenário macroeconômico relativamente sólido, mas com o ritmo da retomada ainda duvidoso e que deve ser influenciado pela aprovação das reformas estruturais, como a tributária e a administrativa
Economia
03 Março 2020
Seminário debate perspectivas econômicas para primeiro trimestre de 2020

A economia brasileira voltou a dar sinais duvidosos no final do ano passado e o país tenta colocar em pauta outras reformas estruturais, como a tributária. No ambiente internacional, o surto do coronavírus tem se mostrado um grande desafio para a China e para os demais países do mundo, que já sentem o impacto da retração econômica, e provoca queda nos preços das commodities. Já a Argentina, principal importadora de manufaturados do Brasil, permanece com graves problemas econômicos. Esses e outros temas serão debatidos no Seminário Perspectivas 2020 – 1º Trimestre, que será realizado pelo O Estado de S. Paulo e pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), no Auditório FGV 9 de Julho (Rua Itapeva, 432 - Bela Vista, São Paulo/SP), no dia 6 de março, das 9h às 12h30.

Durante o evento, que é gratuito e aberto ao público, o FGV IBRE irá divulgar sua projeção para o PIB deste ano. O evento contará com a participação de pesquisadores do FGV IBRE – Silvia Matos, Armando Castelar, Samuel Pessôa, Livio Ribeiro e Bráulio Borges –, do professor do INSPER, Fernando Schüler, e de jornalistas do Estadão.

O foco será na conjuntura brasileira. Apesar das dificuldades, o Brasil continua dando sinais de moderada recuperação em 2020, com cenário macroeconômico relativamente sólido. Mas o ritmo da retomada ainda é dúvida e deve ser influenciado pela aprovação das reformas estruturais, como a tributária e a administrativa. O sucesso da tramitação dessas pautas, como em 2019, parece depender do Congresso, já que o Executivo teima em não organizar uma base de apoio parlamentar formal. Adicionalmente, para Bráulio Borges, "também é importante que a política monetária responda prontamente aos novos choques". A discussão do seminário, portanto, vai abordar a economia e a política, e seus entrelaçamentos. 

Para mais informações e inscrições, acesse o site.