Seminários da FGV discutem questão tributária no país

Institucional
25 Setembro 2013

Ontem, dia 24 de setembro, a Fundação Getulio Vargas realizou o primeiro encontro da série Seminários sobre Tributação no Brasil ? iniciativa que integra as Escolas de Administração, Direito e Economia da FGV em São Paulo (respectivamente, EAESP, DIREITO GV e EESP), especialistas e empresários para discutirem temas ligados aos tributos do país.?A importância do tema é enorme na atual conjuntura. Um dos maiores entraves ao desenvolvimento do país, segundo observações unânimes de empresários e do mundo acadêmico, é a nossa estrutura tributária, bastante complexa, burocratizada, que onera significativamente o custo dos produtos no Brasil?, explica o professor Eugenio Montoro, que coordena os seminários junto a Marcos Cintra, vice-presidente da Fundação.A reunião inaugural, dedicada à questão ?Será realmente necessária uma reforma tributária??, foi conduzida pelo professor sênior da DIREITO GV Ary Oswaldo Mattos Filho, que destacou a necessidade de um debate mais amplo. ?Discutir reforma tributária sem discutir gastos não adianta?, alerta.  ?E a FGV serve como catalizador, para atrair pessoas comprometidas com esse debate?, afirmou. Marcos Cintra complementa. ?A redução da despesa é o outro lado da equação, relativo a políticas federativas. Mas é importante discutir a qualidade da arrecadação?, ressaltou, fazendo referência ao caso do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).A discussão contou ainda com a presença, entre outros, do ex-ministro de Planejamento e de Previdência Social do governo Lula, Nelson Machado; do ex-coordenador da administração tributária da Secretária da Fazenda do Estado de São Paulo, Clóvis Panzarini; do presidente da Confederação Nacional de Serviços, Luigi Nese; do ex-consultor do FMI e Banco Mundial e Pesquisador Sênior do NEF (Núcleo de Estudos Fiscais), Isaias Coelho; do diretor do Departamento de Competitividade da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Mario Bernardini; e do professor Henrique Fingermann, da EAESP.O seminário aconteceu às 10h30, no 10º andar do edifício Eluma, na Avenida Paulista, São Paulo.

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