Webinar discute cenário pós-COVID-19 para ferrovias de carga brasileiras

Desde a criação da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), em março de 1957, quando foram unificadas quase duas dezenas de ferrovias no Brasil, e do triênio 1996 a 1998, no qual ocorreram as desestatizações das regionais da RFFSA, não se notaram mudanças estruturais significativas nas estradas de ferro brasileiras.
Políticas Públicas
10 Julho 2020
Webinar discute cenário pós-COVID-19 para ferrovias de carga brasileiras

O FGV Transportes realiza, no dia 14 de julho, o webinar “Ferrovias de Carga Brasileiras: Qual é o Cenário após o COVID-19?”. O evento será transmitido ao vivo a partir das 14h e contará com a participação do diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Alexandre Porto, de Guilherme Pennin (Rumo Logística) e Vicente Abate (Associação brasileira da Indústria Ferroviária – Abifer).

Desde a criação da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), em março de 1957, quando foram unificadas quase duas dezenas de ferrovias no Brasil, e do triênio 1996 a 1998, no qual ocorreram as desestatizações das regionais da RFFSA, não se notaram mudanças estruturais significativas nas estradas de ferro brasileiras.

Com esse último advento, ocorreram melhorias de produtividade das ferrovias, acima do crescimento do PIB, com investimentos financeiros e tecnológicos que impulsionaram o aumento da participação das ferrovias na matriz de transporte de cargas brasileira.

Com o crescimento continuado da produtividade, até 2018, de 407 bilhões de TKU, com pequeno decréscimo, em 2019, para 366 bilhões de TKU, o sistema ferroviário brasileiro sinalizava tendência de crescimento para 2020, até a chegada do COVID-19 ao Brasil.

Nesse contexto, ressalta-se a importância do processo de fiscalização e regulação das ferrovias, iniciado com o Decreto Nº 1.832, de 1996, chegando até a centralização dessas atividades na ANTT, criada pela Lei Nº 10.233 de 2001, que é o fórum no qual são discutidas e harmonizadas as intenções públicas, dos usuários e das concessionárias ferroviárias.

Como as ferrovias apresentam flexibilidade operacional limitada, com dependência de outros modos de transporte para alimentação e distribuição, tal como o preponderante modal rodoviário, que também foi afetado significativamente pela pandemia, o impacto negativo pode ser ainda maior e generalizado.

Para mais informações e inscrições acesse o site.

Nosso website coleta informações do seu dispositivo e da sua navegação por meio de cookies para permitir funcionalidades como: melhorar o funcionamento técnico das páginas, mensurar a audiência do website e oferecer produtos e serviços relevantes por meio de anúncios personalizados. Para saber mais sobre as informações e cookies que coletamos, acesse a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.