Correspondentes Bancários

  • Correspondentes Bancários
    Autor
    • Eduardo Diniz

      Formado em Engenharia Elétrica, com ênfase em eletrônica, na Escola de Engenharia de São Carlos USP, Mestre e Doutor em Administração de Empresas pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP). Visiting Scholar na University of California, Berkeley (1996-98), na HEC Montréal (2007) e na Erasmus University (2016-17). É Bellagio Fellow, indicado pela Fundação Rockefeller em 2014, e pesquisador do Centro de Microfinanças e Inclusão Financeira pela FGV (GVcemif) desde 2007. Foi coordenador do ADI divisão acadêmica da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração (Anpad) de 2005 a 2006 e coordenador do tema Tecnologia da Informação no governo, Comunidades e Organizações Não-Governamentais na Anpad (2007 a 2009). Professor da Escola de Administração do Estado da FGV EAESP desde 1999, foi editor-chefe da Revista de Administração de Empresas (RAE), da GVexecutivo e da GVcasos, de janeiro de 2009 a dezembro 2015. Tem pesquisado sobre aplicações de tecnologia e impactos em bancos, governo e sociedade desde 1991 e publicou inúmeros trabalhos acadêmicos sobre a inclusão financeira em conferências internacionais e periódicos.

Resumo

Implementing information systems is a complex process when user needs do not align with the visions of system designers. In  such  cases,  users  must  appropriate  new  technology  by adapting it to meet their needs, which may or may not match designers’  goals  (Leonardi  and  Barley  2008; Orlikowski 1992; Poole and DeSanctis 1990).  Studies adopting adaptive structuration  theory  (AST)  have  envisioned  the  complex process  of  systems  implementation  as  a  normal  state  of affairs,  rather  than  an  infrequent  occurrence,  and  have highlighted the important role that user appropriations play in explaining successful outcomes (DeSanctis and Poole 1994; Markus and Silver 2008).

To align a technology’s features with their needs, users typically make various appropriations of  the  new  technology  until  they  collectively  settle  on  a pattern  of  use,  resulting  in  a  stabilized  system  over  time (Leonardi 2013; Majchrzak et al. 2000; Tyre and Orlikowski 1994).  But whereas most  studies of system implementation, including those using AST, have examined implementation as a complex process, they have tended to focus on systems that are  relatively  simple  (Rice  and  Leonardi  2013).    A  simple system has well-defined user groups (i.e., users who work in a single organization or across several organizations that are closely aligned) and an environment in which introduction of the IT artifact is the primary change.