Como vai a vida? Entendendo a economia da felicidade

  • Como vai a vida? Entendendo a economia da felicidade
    Autor
    • Marcelo Neri

      Diretor do FGV Social e Fundador do Centro de Políticas Sociais (FGV Social/CPS), onde atua desde 2000. Ministra aulas no doutorado, mestrado e graduação da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV EPGE). Foi Ministro Chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). É PhD em economia pela Universidade de Princeton, mestre e bacharel em economia pela PUC-Rio. Suas principais áreas de pesquisa são políticas sociais, distribuição de renda e microeconometria. Autor de livros sobre: Planejamento de Políticas Públicas; Microcrédito; Cobertura Previdenciária; Ensaios Sociais; Diversidade; Superação da Pobreza no Campo; Bolsa Família; Percepções de Políticas Públicas; Inflação e Consumo, e A Nova Classe Média (indicado ao Prêmio Jabuti).

Resumo

O Brasil sofreu a terceira maior queda de satisfação com a vida entre 130 países entre 2014 e 2018. Por que piorou a felicidade geral da nação? Foi a recessão? Desemprego, desigualdade, desilusão com a política também ajudam a explicar? Quem perdeu mais felicidade?

Levantamento inédito do FGV Social, a partir dos microdados do Gallup World Poll e nacionais, mostram que a felicidade subjetiva dos brasileiros tem piorado mais que o PIB. Indicadores objetivos de bem estar social, levando em consideração não só o crescimento da renda das pessoas, mas a sua distribuição, ajudam a explicar esta trajetória.

“Confira o site da pesquisa em https://cps.fgv.br/felicidade.