Produtividade do trabalho continua em queda no segundo trimestre de 2022

Mudança da composição setorial, aliada à retomada das ocupações informais e de trabalhadores menos escolarizados, resultou em redução da produtividade, trazendo-a de volta à tendência de queda observada no período pré-pandemia. 

Economia
21/09/2022
Fernando Veloso
Silvia Matos
Fernando de Holanda Barbosa Filho
Paulo Peruchetti

Os eventos associados à pandemia de Covid-19 tiveram impactos negativos sobre a atividade econômica e o mercado de trabalho e elevaram de forma extraordinária o nível de incerteza em relação à dinâmica dos indicadores de produtividade, especialmente no Brasil.

Nas últimas semanas foram divulgados dados de produtividade do trabalho para economias avançadas, como os Estados Unidos e Reino Unido. Nos Estados Unidos foi verificada uma queda da produtividade agregada e ligeiro aumento da produtividade do setor manufatureiro no segundo trimestre de 2022, em comparação com o mesmo período de 2021. Já no Reino Unido houve elevação no indicador que considera como medida do fator trabalho o número de pessoas ocupadas e uma retração na métrica que considera as horas trabalhadas.[1]

Essa heterogeneidade nos resultados da produtividade do trabalho sugere a necessidade de uma análise abrangente das medidas de produtividade calculadas para o Brasil durante este período de pandemia. Como a informação de valor adicionado é a mesma em todas as medidas, as diferenças entre os indicadores de produtividade são provenientes das discrepâncias observadas nas medidas do fator trabalho.

Desde 2019, o Observatório da Produtividade Regis Bonelli do FGV IBRE tem divulgado estatísticas de produtividade por pessoal ocupado e por hora trabalhada. Esta última medida considera duas informações sobre o total de horas trabalhadas. A primeira são as horas habitualmente trabalhadas em todas as ocupações, obtidas da PNAD Contínua, que têm como referência uma semana em que não haja situações excepcionais que alterem a duração rotineira do trabalho, ou seja, uma semana típica de trabalho.[2]

A PNAD Contínua também fornece informações sobre as horas efetivamente trabalhadas na semana de referência, que podem incluir reduções por motivo de doença, feriado, falta voluntária, atraso ou por outra razão, bem como aumentos por conta de pico de produção e compensação de horas não trabalhadas em outro período.

Até o início da pandemia, os resultados obtidos a partir das duas medidas de horas trabalhadas eram semelhantes. No entanto, em função das medidas de distanciamento social necessárias para conter os efeitos da pandemia, desde o primeiro trimestre de 2020[3] os dados da PNAD Contínua passaram a revelar um descolamento entre as duas medidas de horas trabalhadas, o qual foi particularmente forte no segundo trimestre de 2020, com redução muito mais pronunciada das horas efetivamente trabalhadas que das horas habitualmente trabalhadas e do pessoal ocupado, tal como exposto no Gráfico 1.

Gráfico 1: Taxa de crescimento do valor adicionado, do pessoal ocupado, das horas habitualmente trabalhadas e das horas efetivamente trabalhadas para o agregado da economia –
(Em % e em relação ao mesmo trimestre do ano anterior) – Brasil

Fonte: Observatório da Produtividade Regis Bonelli. Elaboração FGV IBRE com base nos dados das Contas Nacionais Trimestrais e da Pnad Contínua (IBGE).

Como podemos observar, as três medidas do fator trabalho tiveram comportamento semelhante até o quarto trimestre de 2019. No entanto, no primeiro trimestre de 2020, e particularmente no segundo trimestre, houve forte discrepância entre as medidas de pessoal ocupado e horas habitualmente trabalhadas, de um lado, e das horas efetivamente trabalhadas, de outro.

No segundo trimestre de 2020, enquanto o valor adicionado apresentou queda de 10,2% em relação ao segundo trimestre de 2019, as quedas do emprego, das horas habitualmente trabalhadas e das horas efetivamente trabalhadas foram de 10,7%, 10,4% e 27,1%, respectivamente. No terceiro trimestre, foi possível notar uma desaceleração nas quedas do valor adicionado (-3,5%) e do total de horas efetivamente trabalhadas (-16%), mas uma piora na evolução do número de pessoas ocupadas e das horas habitualmente trabalhadas, cujas quedas foram de 11,9% e 11,7%, respectivamente. Já no quarto trimestre de 2020, a queda das horas efetivas (-10%) se aproximou ainda mais da redução observada no total de horas habituais e no emprego (-8,7%).[4]

O processo de normalização da atividade econômica permitiu uma recuperação do valor adicionado e das horas efetivamente trabalhadas ao longo de 2021. Em particular, enquanto que no primeiro trimestre de 2021 houve uma elevação de 1,1% do valor adicionado em comparação com o mesmo período do ano anterior, no segundo trimestre este crescimento foi de 11,6% na mesma base de comparação. No entanto, observou-se uma desaceleração no crescimento interanual do valor adicionado ao longo dos últimos trimestres de 2021. Entre o terceiro e quarto trimestre do ano passado, por exemplo, o crescimento desta variável passou de 3,7% para 1,6%, respectivamente. Já entre primeiro e o segundo trimestre de 2022, o crescimento interanual do valor adicionado voltou a acelerar, passando de 1,9% para 3,6%, respectivamente.

Esta recuperação ao longo de 2021 também foi notada nas horas efetivas, cujo resultado passou de queda de 2,1% no primeiro trimestre para uma elevação de 30,6% no segundo trimestre. Já entre o terceiro e quarto trimestre de 2021 o crescimento interanual das horas efetivamente trabalhadas desacelerou de 17,7% para 13,0%, respectivamente. Já entre o primeiro e o segundo trimestre de 2022 o crescimento interanual das horas efetivamente trabalhadas variou pouco. Em particular, no primeiro trimestre deste ano o total de horas efetivas avançou 11,0% e no segundo trimestre cresceu 11,2%.

Já o processo de recuperação da população ocupada e das horas habitualmente trabalhadas foi mais lento. Enquanto que no primeiro trimestre de 2021 ambas as medidas ainda apresentaram fortes quedas de 6,5% e 6,6%, respectivamente, no segundo trimestre houve elevação de 6,3% da população ocupada e de 6,2% nas horas habitualmente trabalhadas. Já entre o terceiro e o quarto trimestre do ano passado, enquanto que o crescimento interanual da população ocupada desacelerou de 11,4% para 9,8%, o crescimento do total de horas habitualmente trabalhadas passou de 11,6% para 10,4%.[5] Em 2022, o cenário de forte crescimento interanual se manteve, de modo que entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano o crescimento interanual da população ocupada passou de 9,4% para 9,9% e o das horas habitualmente trabalhadas de 9,8% para 10,7%.

Esta discrepância entre as medidas do fator trabalho foi disseminada entre os principais setores da economia, bem como nas ocupações formais e informais.[6] Isso pode ser em parte consequência da adoção do programa de proteção ao emprego formal (Benefício Emergencial de Proteção do Emprego e da Renda, BEm), que possibilitou a manutenção do emprego com redução de jornada ou suspensão do contrato de trabalho. Além disso, foi criado o auxílio emergencial, que ao complementar a renda dos trabalhadores informais pode ter reduzido de forma significativa sua jornada de trabalho em 2020.

Em consequência disso, o indicador de produtividade construído com base nas horas efetivamente trabalhadas apresentou comportamento muito diferente ao longo da pandemia quando comparado com a produtividade por pessoal ocupado e com a produtividade por hora habitualmente trabalhada, tal como apresentado no Gráfico 2.

Gráfico 2: Taxa de crescimento da produtividade agregada com base nas diferentes medidas do fator trabalho (por hora habitualmente trabalhada, por hora efetivamente trabalhada e por pessoal ocupado - em % em relação ao mesmo trimestre do ano anterior) – Brasil

Fonte: Observatório da Produtividade Regis Bonelli. Elaboração FGV IBRE com base nos dados das Contas Nacionais Trimestrais e da Pnad Contínua (IBGE).

Analisando o agregado da economia, podemos notar que os fatos estilizados sobre a dinâmica da produtividade no Brasil até o quarto trimestre de 2019 não dependem da métrica considerada. Em particular, podemos notar que em todas as medidas a produtividade apresentou um forte recuo ao longo da recessão ocorrida entre 2014 e 2016, seguida de uma recuperação no primeiro trimestre de 2017, em função do excelente desempenho da agropecuária. Entre o segundo trimestre de 2017 e o quarto trimestre de 2018 houve uma desaceleração do crescimento da produtividade nas três métricas, seguida de sucessivas quedas em 2019.

Com o avanço da pandemia de Covid-19, no entanto, o indicador de produtividade com base nas horas efetivamente trabalhadas começou a apresentar um forte descolamento em relação aos indicadores de produtividade por hora habitualmente trabalhada e por pessoal ocupado.

Enquanto que no primeiro trimestre de 2020 houve queda da produtividade por pessoal ocupado e por hora habitualmente trabalhada de 0,7% e 1,1%, respectivamente, e uma elevação de 3% da produtividade por hora efetivamente trabalhada, no segundo trimestre houve uma elevação da produtividade por pessoal ocupado e por hora habitualmente trabalhada de 0,6% e 0,2%, respectivamente, e um forte crescimento de 23,2% da produtividade por hora efetivamente trabalhada.

Nos últimos dois trimestres de 2020 foi possível notar uma redução na discrepância entre o crescimento das diferentes medidas de produtividade do trabalho. No terceiro trimestre de 2020, por exemplo, houve uma elevação da produtividade por pessoal ocupado e por hora habitualmente trabalhada de 9,6% e 9,3%, respectivamente, e um crescimento de 14,9% da produtividade por hora efetivamente trabalhada. Já no quarto trimestre, enquanto que a elevação da produtividade por pessoal ocupado e por hora habitualmente trabalhada foi de 8,3% e 8,4%, respectivamente, na métrica que considera as horas efetivamente trabalhadas a produtividade cresceu 9,9%.[7]

Por conta do processo de normalização das horas efetivamente trabalhadas houve, no primeiro trimestre de 2021, uma forte desaceleração do crescimento do indicador de produtividade que considera esta medida do fator trabalho, seguida de uma queda significativa no segundo trimestre. Em particular, no primeiro trimestre de 2021 o crescimento da produtividade por hora efetivamente trabalhada recuou para 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, seguido de uma forte queda de 14,5% no segundo trimestre, em função da elevação mais significativa das horas efetivas (30,6%) em comparação com o crescimento do valor adicionado (11,6%).

Já os indicadores de produtividade que consideram o número de pessoas ocupadas e o total de horas habitualmente trabalhadas tiveram desaceleração do crescimento entre o primeiro e o segundo trimestre de 2021, de 8,1% para 5,0% na métrica de pessoas ocupadas e 8,3% para 5,2% usando horas habitualmente trabalhadas.

Os dados mostram ainda que nos dois últimos trimestres do ano passado todas as métricas apontaram um forte recuo interanual da produtividade. Em particular, enquanto que a queda da produtividade por hora efetivamente trabalhada passou de 11,9% para 10,1% entre o terceiro e o quarto trimestre de 2021, nas métricas que consideram o número de pessoas ocupadas e as horas habitualmente trabalhadas a queda passou de 7,0% para 7,5% e de 7,1 para 8,0%, respectivamente.[8]

Este cenário de queda interanual da produtividade tem se mantido ao longo de 2022. Os dados mostram que entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano o crescimento interanual das métricas de produtividade que consideram as horas efetivamente trabalhadas, as horas habitualmente trabalhadas e o número de pessoas ocupadas passaram de -8,2% para -6,9%, de -7,2% para -6,4% e de -6,9% para -5,8%, respectivamente.

Uma outra forma de analisar a dinâmica dos indicadores de produtividade é com base nas séries que descontam os efeitos sazonais de cada trimestre, ou seja, com base nas séries dessazonalizadas. O Gráfico 3 mostra a taxa de crescimento dos indicadores de produtividade do trabalho em relação ao trimestre imediatamente anterior.[9]

Gráfico 3: Taxa de crescimento da produtividade agregada com base nas diferentes medidas do fator trabalho (por hora habitualmente trabalhada, por hora efetivamente trabalhada e por pessoal ocupado - em % em relação ao trimestre imediatamente anterior) – Brasil

Fonte: Observatório da Produtividade Regis Bonelli. Elaboração FGV IBRE com base nos dados das Contas Nacionais Trimestrais e da Pnad Contínua (IBGE).

O Gráfico 3 mostra que, embora a produtividade tenha crescido no segundo trimestre de 2020 em todas as métricas, e no terceiro trimestre de acordo com as medidas por pessoal ocupado e horas habituais, houve queda na margem em todos os indicadores no quarto trimestre de 2020. Em 2021, houve queda na margem em todas as medidas.

Em 2022, os resultados também não têm sido animadores. Em particular, as quedas na margem têm persistido ao longo deste ano. Enquanto que na produtividade por hora efetivamente trabalhada o recuo no segundo trimestre foi de 0,3%, nas métricas que consideram o número de pessoas ocupadas e o total de horas habitualmente trabalhadas o recuo foi de 1,1% e 1,7%, respectivamente.

Estes resultados indicam que a elevação da produtividade em 2020 foi temporária, tendo sido revertida ao longo de 2021 e cujo processo tem se mantido em 2022. Este padrão transitório fica particularmente evidenciado quando consideramos a evolução da trajetória da produtividade do trabalho desde o quarto trimestre de 2019.

Como mostra o Gráfico 4, após um salto expressivo no segundo trimestre de 2020, a produtividade por horas efetivas desacelerou nos trimestres seguintes. Em função disso, no segundo trimestre de 2022 esta medida se encontrava 1,2% abaixo do nível pré-pandemia. Na mesma base de comparação, a produtividade por hora habitualmente trabalhada estava 2,6% abaixo do nível pré-pandemia e a produtividade por pessoal ocupado 1,2% abaixo.

Gráfico 4: Evolução da Produtividade do Trabalho (4º trimestre de 2019=100)

Fonte: Observatório da Produtividade Regis Bonelli. Elaboração FGV IBRE com base nos dados das Contas Nacionais Trimestrais e da Pnad Contínua (IBGE).

No Gráfico 5 apresentamos a taxa de crescimento da produtividade do trabalho, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, para os três grandes setores da economia (agropecuária, indústria e serviços), com base nas três medidas do fator trabalho (por horas habitualmente trabalhadas, por horas efetivamente trabalhadas e por pessoal ocupado).[10]

O relatório completo contendo a análise dos indicadores setoriais de produtividade do trabalho pode ser acessado no Observatório da Produtividade Regis Bonelli.


[1] Nos Estados Unidos, os indicadores do Bureau of Labor Statistics (BLS) apontaram para uma queda da produtividade agregada (nonfarm business sector) de 2,4% no segundo trimestre de 2022 em relação ao segundo trimestre de 2021 e elevação de 0,2% no setor manufatureiro. No que diz respeito à produtividade agregada, o resultado foi gerado a partir da combinação de um crescimento do PIB de 1,7% e elevação de 4,2% nas horas trabalhadas. Já no setor manufatureiro a alta da produtividade foi reflexo de uma elevação da produção de 4,4%, maior que a observada nas horas trabalhadas (4,2%). No Reino Unido os dados do Office for National Statistics (ONS) mostraram uma elevação da produtividade por pessoal ocupado de 1,4% no segundo trimestre de 2022 em relação ao mesmo período de 2021. Já na métrica que considera como medida do fator trabalho as horas trabalhadas houve uma retração de 1,0% na mesma base de comparação.

[2] O total de horas habitualmente trabalhadas em todas as ocupações corresponde ao produto da jornada média pelo número de pessoas ocupadas.

[3] Na nota que divulgamos referente aos resultados da produtividade do trabalho no primeiro trimestre de 2020 já havíamos chamado atenção para a queda mais forte das horas efetivas em comparação com as horas habituais em função dos efeitos iniciais da pandemia no mercado de trabalho. O texto pode ser acessado através do link: https://ibre.fgv.br/sites/ibre.fgv.br/files/arquivos/u65/indicadores_trimestrais_de_produtividade_do_trabalho_-_1t2020_final.pdf

[4] Em 2020, o valor adicionado da economia recuou 3,7%. Houve uma queda muito mais pronunciada das horas efetivas (-14,1%) em comparação com a população ocupada (-7,7%) e com as horas habituais (-7,5%).

[5] Em 2021, o valor adicionado da economia cresceu 4,3%. Houve um avanço muito mais pronunciado das horas efetivas (13,8%) em comparação com a população ocupada (5,0%) e com as horas habituais (5,1%).

[6] Para mais detalhes, acesse os relatórios anteriores disponíveis no site do Observatório da Produtividade Regis Bonellihttps://ibre.fgv.br/observatorio-produtividade/artigos/categorias/relatoriosnotas-tecnicas

[7] No ano de 2020, todas as medidas apontaram para uma elevação da produtividade agregada. Enquanto que a métrica que considera as horas efetivamente trabalhadas apresentou forte avanço de 12,1%, as medidas que consideram as horas habitualmente trabalhadas e população ocupada cresceram 4,1% e 4,3%, respectivamente.

[8] No ano de 2021, houve queda em todas as medidas de produtividade. Em particular, enquanto que a métrica que considera as horas efetivamente trabalhadas apresentou recuo de 8,3%, as medidas que consideram as horas habitualmente trabalhadas e população ocupada recuaram 0,7% e 0,6%, respectivamente.

[9] A construção dos indicadores de produtividade com ajuste sazonal foi feita com base na dessazonalização de cada um dos seus componentes. Como o IBGE não divulga séries dessazonalizadas de emprego e horas trabalhadas, utilizamos o mesmo procedimento aplicado ao valor adicionado para fazer o ajuste sazonal do fator trabalho.

[10] No site do Observatório da Produtividade Regis Bonelli disponibilizamos os indicadores de produtividade para as três medidas do fator trabalho nos doze setores da economia. O acesso à base de dados está disponível através do link: https://ibre.fgv.br/observatorio-produtividade/temas/categorias/pt-trimestral

O artigo foi originalmente publicado em 15 de setembro de 2022 no Blog do IBRE

*As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade exclusiva do(s) autor(es), não refletindo necessariamente a posição institucional da FGV.

Autor(es)

  • Fernando Veloso

    É pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) da Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, professor da EPGE Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE) e pesquisador associado do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da FGV. PhD em Economia pela University of Chicago. Tem graduação em Economia pela Universidade de Brasília e mestrado na mesma área pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). É coordenador (com Silvia Matos) do Observatório da Produtividade Regis Bonelli.

  • Silvia Matos

    Coordenadora do Boletim Macro IBRE, responsável pela elaboração dos Cenários Macroeconômicos do Instituto. É Professora do Mestrado Profissional em Economia da FGV EPGE desde 2004.  Foi economista do Departamento de Pesquisa do Banco BBM (2005-2008). Entre 2009 e 2010 foi coordenadora do Núcleo de Soluções da Superintendência de Clientes Institucionais do FGV IBRE, atuando na área de Projeções Econômicas e Análises Setoriais. Possui publicações nas áreas de macroeconomia e crescimento econômico. Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Mestre e Doutora em economia pela Escola de Pós-Graduação em Economia (FGV EPGE). Eleita Economista-Chefe 2019 pela Ordem de Economistas do Brasil.

  • Fernando de Holanda Barbosa Filho

    Atualmente é pesquisador do Centro de Crescimento Econômico (CCE) do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) e professor da FGV. Possui mestrado em Economia pela EPGE Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV EPGE), doutorado em Economia pela New York University e graduação na mesma área pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Crescimento, Flutuações e Planejamento Econômico, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, crescimento, capital humano e produtividade.

  • Paulo Peruchetti

    Assistente de pesquisa na área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE). Mestre em Economia Empresarial e Finanças pela EPGE Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE) e bacharel em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Trabalhou no acompanhamento e na elaboração das projeções dos principais indicadores macroeconômicos da economia brasileira. Atualmente atua na elaboração de estudos sobre desenvolvimento econômico, mercado de trabalho e produtividade.

Artigos relacionados

Últimos artigos

Nosso website coleta informações do seu dispositivo e da sua navegação e utiliza tecnologias como cookies para armazená-las e permitir funcionalidades como: melhorar o funcionamento técnico das páginas, mensurar a audiência do website e oferecer produtos e serviços relevantes por meio de anúncios personalizados. Para mais informações, acesse o nosso Aviso de Cookies e o nosso Aviso de Privacidade.