FGV Arte

Apresentação

A FGV Arte é um espaço voltado à valorização e experimentação artística e a debates contemporâneos em torno da arte e da cultura, buscando incentivar o diálogo com setores mais criativos e heterogêneos da sociedade.

A iniciativa busca conectar, a partir de projetos artísticos, as próprias escolas da FGV, tais como a Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (FGV EBAPE), a Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE), a Escola de Matemática Aplicada (FGV EMAp), a Escola de Direito do Rio de Janeiro (FGV Direito Rio), a Escola de Ciências Sociais (FGV CPDOC) e a Escola de Comunicação, Mídia e Informação (FGV ECMI). A iniciativa prevê ainda seminários, oficinas metodológicas e cursos práticos de formação para as artes.

EXPOSIÇÃO

 

 


Brasília, a arte da democracia

  • Entrada gratuita
  • Dias e horários: 12/04 a 14/07
    terça a sexta, 10h às 20h | sábado, domingo e feriado, 10h às 18h

 

A FGV Arte inaugura sua segunda exposição, intitulada Brasília, a arte da democracia, sob curadoria de Paulo Herkenhoff, na sexta-feira, 12 de abril de 2024, às 18h. 

 

A Amostra

“A conceituação dessa mostra perfaz um arco histórico, desde a criação da cidade até os atuais movimentos em defesa da democracia e da liberdade. Se Brasília é uma epopeia notável no plano Internacional, sua história da cultura se desdobra, ao longo de seis décadas, em brasilienses e brasileiros de todos os recantos”, descreve o curador.

Em Brasília, a arte da democracia, artistas das cinco regiões do país são reunidos, com obras que recorrem a uma vasta diversidade de técnicas e modos de vivenciar a arte “como ‘exercício experimental da liberdade’, conforme o aforismo de Mário Pedrosa, considerado o maior crítico de arte de todos os tempos”, lembra o curador.
 

A Exposição

Com aproximadamente 180 itens de cerca de 80 artistas, incluindo documentos, como o diploma de candango – conferido aos operários que levantaram a nova cidade, por Juscelino Kubitschek, presidente do Brasil, de 1955 a 1961, responsável pela construção de Brasília e a transferência do poder do Rio de Janeiro para o planalto central –; o croqui do plano piloto assinado por Lúcio Costa; e o manuscrito de Oscar Niemeyer sobre o monumento JK.

O curador analisa a capital federal sob o prisma político-temporal: “Brasília teve um longo batismo de fogo contra o autoritarismo, golpes e tentativas de abolição do Estado de direito. Com a resistência aos ataques à sede dos três poderes, Brasília conquistou seu título de capital republicana, democrática, enfim, agora também a capital moral do Brasil e sua voz luminosa é a Constituição cidadã de 1988”. 

Com Brasília, a arte da democracia, a FGV Arte afirma seu objetivo inovador de unir experimentação artística e reflexão acadêmica por meio de exposições, publicações, seminários, cursos, oficinas e um programa de mediação cultural.

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