Institucional

DAPP traça diagnóstico sobre o desafio do combate ao câncer de mama no país

No estudo, observou-se que Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul apresentaram as maiores taxas brutas de mortalidade de mulheres por câncer de mama no ano de 2014: 23,45 e 20,94 a cada 100 mil mulheres por ocorrência, respectivamente.

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O ano de 2016 deve encerrar com 57.960 novos casos de câncer de mama no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). É o tipo de câncer mais incidente em mulheres e os principais fatores de risco conhecidos estão ligados à idade, fatores genéticos e endócrinos. Diante do panorama, a Diretoria de Análise de Políticas Públicas da FGV (DAPP) publicou uma pesquisa sobre o tema, dando melhor visualização aos dados do DATASUS já existentes a fim de ajudar o poder público a tomar medidas preventivas e educacionais, bem como alertar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.

No estudo, observou-se que Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul apresentaram as maiores taxas brutas de mortalidade de mulheres por câncer de mama no ano de 2014: 23,45 e 20,94 a cada 100 mil mulheres por ocorrência, respectivamente. Outra constatação relevante observada em todos os Estados é o fato do câncer de mama gerar maior mortalidade em mulheres com 50 anos ou mais. Isso corrobora o fato da idade ser um dos fatores de risco a serem observados nas campanhas de prevenção.

Ao comparar o número de mamografias realizadas, Minas Gerais é o estado onde mais mulheres fizeram o exame proporcionalmente, independentemente da idade: 6,26 a cada 100. No Rio, a taxa cai pela metade: 3,12 a cada 100.

A pesquisa ressalta, portanto, que o câncer de mama precisa de campanhas de esclarecimento e que é de grande importância a conscientização das mulheres e dos profissionais de saúde para o diagnóstico rápido e a detecção precoce dos sintomas, assim como o acesso aos exames preventivos e ao tratamento da doença de forma facilitada.

Para verificar a pesquisa completa, clique aqui.