Retrospectiva 2018: Relembre as pesquisas que ganharam destaque na divulgação
Institucional
26 Dezembro 2018

Retrospectiva 2018: Relembre as pesquisas que ganharam destaque na divulgação

Os brasileiros voltaram a se preocupar com a febre amarela no início de 2018. O professor Eduardo Massad (FGV EMAp) apresentou uma série de modelos matemáticos que têm auxiliado na compreensão da dinâmica da doença, a otimização de estratégias de vacinação e o cálculo do risco de reintrodução da forma urbana em áreas infestadas pelo mosquito transmissor.

O que faz da Fundação Getulio Vargas o maior think tank da América Latina e top 10 do mundo é sua produção acadêmico-científica, mas também a capacidade de produzir estudos empíricos que impactam diretamente na vida e no cotidiano da sociedade. Algumas importantes pesquisas foram divulgadas ao longo dos primeiros quatro meses de 2018.

Um levantamento apontou que a maioria dos crimes no Rio de Janeiro ocorre em corredores de apenas 12 km. A partir de dados da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, a FGV DAPP constatou que as distâncias percorridas por infratores condenados por prática de roubo, furto, extorsão ou tráfico de drogas, localizaram-se, principalmente, num corredor de deslocamento de até 12 quilômetros, menos do que a extensão da Ponte Rio-Niterói. Juntos, estes tipos de crime representam 72% dos delitos que levaram a condenações no estado.

Um outro estudo, realizado com dados do Ministério do Trabalho (MTE) aponta que os estrangeiros com maior qualificação foram, proporcionalmente, os mais afetados pelos efeitos da crise. Já o estudo inédito, intitulado “State equity ownership and the use of R&D resources”, constatou que a participação estatal está positivamente associada com os gastos em P&D das empresas. Segundo a pesquisa, um aumento de 1% na participação societária estatal está associado a um incremento de US$1,555 milhão nos gastos em P&D.

Os brasileiros voltaram a se preocupar com a febre amarela no início de 2018. O professor Eduardo Massad (FGV EMAp) apresentou uma série de modelos matemáticos que têm auxiliado na compreensão da dinâmica da doença, a otimização de estratégias de vacinação e o cálculo do risco de reintrodução da forma urbana em áreas infestadas pelo mosquito transmissor.

Outro assunto que esteve na pauta do debate público nacional foi objeto de pesquisa. O Índice de Confiança na Justiça (ICJ) analisou aspectos relacionados à Lei Maria da Penha e concluiu que a maioria dos 1.650 entrevistados de oito unidades da Federação considera que a lei é pouco ou nada eficaz para proteger as mulheres da violência.

Amanhã continuaremos com o tema trazendo as pesquisas que viraram notícia de maio a agosto.

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