‘Entre a Fúria e a Loucura’: debate analisa diferentes formas de torcer pelo Botafogo
Ciências Sociais
07 Dezembro 2017

‘Entre a Fúria e a Loucura’: debate analisa diferentes formas de torcer pelo Botafogo

O trabalho se enquadra no campo dos estudos sobre futebol e as relações sociais presentes no campo esportivo, mais especificamente, a relação entre as diferentes representações acerca de ser torcedor do Botafogo de Futebol e Regatas. O recorte realizado para análise é o estudo de caso de duas torcidas: a torcida organizada “Fúria Jovem do Botafogo” e o movimento “Loucos pelo Botafogo”.

Um profundo trabalho de pesquisa que destrinchou as diferentes formas de torcer por um dos clubes mais tradicionais do futebol brasileiro. Assim pode ser descrita a obra “Entre a Fúria e a Loucura: análise de duas formas de torcer pelo Botafogo de Futebol e Regatas”. Para falar sobre o estudo, a Escola de Ciências Sociais (FGV CPDOC) recebe a autora Isabella Trindade Menezes (IFRJ) no dia 13 de dezembro, às 14h, no auditório 1027 da Sede da FGV, no Rio de Janeiro (Praia de Botafogo, 190). O debate contará também com a participação de Luiz Gustavo Noy, ex-presidente da Fúria Jovem do Botafogo, e com a antropóloga Rosana da Câmara Teixeira, do Departamento de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF).

O trabalho se enquadra no campo dos estudos sobre futebol e as relações sociais presentes no campo esportivo, mais especificamente, a relação entre as diferentes representações acerca de ser torcedor do Botafogo de Futebol e Regatas. O recorte realizado para análise é o estudo de caso de duas torcidas: a torcida organizada “Fúria Jovem do Botafogo” e o movimento “Loucos pelo Botafogo”.

A abordagem do objeto de pesquisa tem como pressuposto uma análise multidisciplinar, a partir da interface do estudo do caso com várias áreas do conhecimento: História, Ciências Sociais, Antropologia, Memória Social e os Estudos da Linguagem.

“Quando chegamos a um estádio de futebol, notamos, na arquibancada de qualquer time, uma divisão espacial entre os diferentes grupos que ali estão. Essa organização dos torcedores não tem nada de natural. Ela é produzida, apropriada e reapropriada em práticas cotidianas das torcidas. Ou seja, os indivíduos se agrupam de acordo com concepções e com sentidos de pertencimento relacionados ao que significa ser torcedor”, explica a autora.

Para mais informações sobre o evento, acesse o site.